sábado, 26 de abril de 2008

P64: ESTÃO CADA VEZ MAIS LINDOS OS GAJOS DO 2.º PELOTÃO

P63: 37 ANOS DEPOIS A MESMA IRREVERÊNCIA



P62: UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS

quinta-feira, 24 de abril de 2008

P61: PRESENÇAS CONFIRMADAS NO 17.º ENCONTRO

1 - ADRIANO MARTINS FERREIRA
2 - ALBERTO REIS ESPIRITO SANTO
3 - AMADEU VIRGILIO SERRALHA PIRES
4 - AMÉRICO DA C. ESTANQUEIRO
5 - ANTONIO A. AMARAL SIMÕES
6 - ANTÓNIO DA SILVA SOARES
7 - ANTÓNIO F. PINTO DE ALMEIDA
8 - ANTONIO FRANCISCO DE ALMEIDA
9 - ANTONIO GONÇALVES BARREIRO
10 - ARMINDO DA CONCEIÇÃO RAMOS
11 - ARMINDO JOSE DE SOUSA
12 - BERNARDINO RODRIGUES PEREIRA
13 - CANDIDO MANUEL NUNES
14 - CARLOS ALBERTO MONIZ
15 - CARLOS ALBERTO PINA BENTES
16 - CARLOS FERNANDO DA SILVA
17 - EDUARDO ROSA FRANCISCO
18 - FERNANDO ALVES RODRIGUES
19 - FERNANDO DA COSTA RAMOS
20 - FERNANDO DOS SANTOS CORREIA
21 - FERNANDO MANUEL M. BARATA
22 - FERNANDO MARIA LUIS
23 - FERNANDO MOTA
24 - FERNANDO PEREIRA MACHADO
25 - FIRMINO CORREIA DA ROCHA
26 - FRANCISCO TEIXEIRA PINTO
27 - FRANCISCO TOMAZ DA SILVA RIBEIRO
28 - HELDER ANTUNES PANOIAS
29 - HENRIQUE M. DA ROCHA SOARES
30 - JOÃO DA COSTA MARINHO
31 - JOÃO MARIA DA COSTA FERNANDES
32 - JOAQUIM JESUS ALVES
33 - JOAQUIM JOSE QUEIROZ FERNANDES
34 - JOAQUIM MOURA QUINTAS
35 - JOSE DA SILVA RIBEIRO
36 - JOSE LUIS MARTINS MONTEIRO
37 - JOSE MAIA DA CUNHA
38 - JOSE MANUEL ROCHA DA COSTA
39 - JOSE MARINHO GOMES DA SILVA
40 - JOSE MARQUES MIRANDA
41 - LEANDRO JOSÉ R. GONÇALVES
42 - LUIS CORREIA BATISTA MARIA
43 - LUIS MANUEL BOMBICO TELHA
44 - MANUEL GUERREIRO VENTURA
45 - MANUEL J. MACIEL FERNANDES
46 - MANUEL MARIA BRUNHETA
47 - RAMIRO JESUS OLIVEIRA
48 - TIMÓTEO SANTOS

quinta-feira, 10 de abril de 2008

P60: ANTEVISÃO DO 17.º ENCONTRO - 2.º PELOTÃO



Foto de Família do 2.º Pelotão tirada no interior da Basílica.

quinta-feira, 6 de março de 2008

P59: PROGRAMA DO 17.º ENCONTRO - 26 ABRIL 2008



Será em FÁTIMA, no dia 26 de ABRIL de 2008 (Sábado).
Ponto de encontro junto á porta principal da NOVA BASÍLICA (Igreja da Santíssima Trindade), ás 10,30 horas.
Ali reunidos iremos convivendo, contando as nossas histórias e aguardando a chegada dos nossos amigos até ás 12,40 Horas.
Neste tempo de espera e convívio, quem desejar pode aproveitar o tempo para ir á missa que se realiza na CAPELINHA DAS APARIÇÕES ás 11,00 horas, visitar a NOVA BASÍLICA ou comprar umas recordações.
Ás 12,40 horas, partida com destino ao Restaurante D.NUNO, situado em BOLEIROS, a 6 Km de Fátima, na estrada para MINDE, onde será servido o almoço ás 13,00 horas.
A pagar pelo Bacalhau assado c/ Batata a Murro + Perna de Porco no Tacho: Adultos - 25,00 € / Crianças (3/10 anos) - 12,50 € / Crianças até 3 anos grátis.
Sê rápido, confirma até ao dia 16 de Abril de 2008.
Timóteo Santos — Canada do Sarilho, 17 / 9700-192 Angra do Heroísmo
Telefone 295213923 - Telemóvel 962497110 - timoteomemoria@gmail.com
Até breve.

terça-feira, 4 de março de 2008

P58: DULOMBI NO GOOGLE

Por favor clica neste link

Dulombi google map

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

P57: FURRIEL COSTA





Recordam-se do Furriel Costa? Chegou a Dulombi, em Dezembro de 1970, em substituição do Furriel Pedroso, sendo transferido, em Novembro de 1971, para Farim. Actualmente encontra-se radicado no Brasil.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

P56: ENCONTRO DA COMPANHIA

Para teres uma perspectiva do restaurante onde se realizará, no próximo dia 26 de Abril, o nosso Encontro, por favor clica em:

http://www.masterzoom.com/n/company.php?country=us&id=11689&country=pt#menuopt4

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

P55: VAMOS LÁ SEGUIR O EXEMPLO DO LEMOS

HISTÓRIAS MECÂNICAS

Porque tem correspondência com as histórias que vou contar, como preâmbulo, transcrevo o louvor registado na minha caderneta militar:
“Louvado em 11 de Fevereiro de 1972 pelo Exmo Comt. do B. Caç. 2912, pelas excepcionais qualidades demonstradas ao longo de quase 21 meses de comissão. Logo de início não tendo o mínimo de instalações necessárias para o bom desempenho das funções inerentes à sua especialidade, mostrou o Furriel Lemos ser um elemento de real valia, idealizando uma Oficina Auto e Arrecadação, a cuja construção, com a colaboração do pessoal sob o seu comando, a quem desde do princípio soube transmitir e incutir o seu entusiasmo para com o serviço, se dedicou com interesse e zelo digno de serem assinalados. Depois da construção da sua Oficina Auto, onde os seus homens já tinham condições mais propícias para trabalhar e da sua arrecadação onde instalou os seus arquivos e dispôs as várias ferramentas de mecânico auto de modo a serem facilmente localizadas e controladas, soube formar com os mecânicos e condutores Auto-Rodas subordinados, uma excelente equipa de trabalho, que constante e infatigavelmente tem dirigido e orientado ao longo de toda a comissão. De realçar ainda um cuidado e atenção dedicados às requisições das várias peças e lubrificantes necessários à reparação e manutenção das viaturas inoperacionais, conseguindo assim uma eficiência verdadeiramente extraordinária no desempenho da sua missão de tal maneira, que tem sido de orgulho para este comando o número de viaturas de que sempre tem disposto, quer para colunas de reabastecimento quer ainda para colunas de carácter operacional. Além das qualidades mencionadas é ainda de salientar o elevado sentido de disciplina, aprumo e correcção demonstrados pelo Furriel Miliciano Lemos, quer para com os seus superiores quer para com os seus subordinados. Pelos factos apontados é de inteira justiça tornar público o presente louvor”.

Como tal, era apanágio do grupo da mecânica, ter sempre as viaturas prontas para servir da melhor forma a Companhia, logo, todos beneficiavam com o zelo demonstrado pelos mecânicos-auto e condutores das viaturas, que tinham sempre o cuidado de velar pela sua manutenção.
Ainda me lembro do Rosas, do Victor, da oficina improvisada que se construiu com troncos de palmeiras (estrutura), com os oleados dos Unimogs a servir de parede e chapas de zinco, como cobertura. Também se arranjou cimento e areia para cimentar o chão e, em anexo, foi feita uma arrecadação de madeira com secretária e tudo, a fim de servir de armazém para as peças sobressalentes e secretaria auto. Tudo orientado para, em caso de necessidade, termos as peças de substituição para as avarias mais comuns. Quantas vezes fui a Bissau, de Dakota, a fim de tratar de assuntos relativos à conservação, manutenção e substituição das viaturas.
Enfim…
Certo dia, a nossa Companhia fez, como habitualmente uma coluna para abastecimento de géneros alimentícios, combustível, entre outras necessidades, passando por Bambadinca até ao Xime. Só que levámos, desta vez umas 17 viaturas. Ao passar pela sede do Batalhão, eis que o Comandante, estava na entrada, ficando estupefacto por ver tamanha mobilização de carros operacionais, comentando que a nossa coluna parecia um desfile militar em Lisboa!!! (Já que era habitual as outras companhias terem dificuldades em arranjar viaturas operacionais, pois muitas se encontravam avariadas, segundo os rumores que circulavam, e mais não adianto). Vai daí, falou com o nosso Capitão, dizendo que iria a Dulombi tratar da cedência de Unimogs para as outras Companhias. Mas eu sabia que a quantidade de carros era mais ou menos igual para cada uma, a diferença estava na operacionalidade das ditas.
Mais tarde, o Capitão dialogou comigo sobre a pretensão do Comandante, e eu retorqui que as viaturas estavam todas operacionais devido à competência dos mecânicos da nossa Companhia, assim como ao zelo dos respectivos condutores, tudo em prol do nosso bem estar e não em benefício das outras Companhias do Batalhão.
Passados uns dias, chega o Comandante a Dulombi, de helicóptero, a fim de tratar da cedência de alguns Unimogs. Como eu já sabia antecipadamente da chegada do Comandante, os carros estavam todos com graves avarias!...
Coloquei os quatro mecânicos (um era nativo e já não me recordo do nome nem como foi lá parar), e os condutores a reparar, na devida hora, as viaturas. Capôts abertos, rodas tiradas, macacos a funcionar, baterias sem carga, dínamos desmontados, etc. etc, tudo avariou ao mesmo tempo… Um desastre…
Claro que o Comandante ficou furioso, não havia viaturas, só umas quatro é que funcionavam, mas nada havia a fazer, eu tinha autonomia suficiente como responsável máximo da mecânica para tratar dos problemas – o nosso Capitão não interferiu, pelo contrário. O “Chefe Maior” nada pôde fazer com os meus argumentos bem estudados, de todas as avarias, até porque muitas das viaturas necessitavam de peças vindas de Bissau!!!
O Comandante regressou, sem antes ordenar que na próxima vez, eu tinha que ter fichas de reparação nas viaturas, descriminando a avaria, o tempo previsto de arranjo, etc, etc.
Nunca mais apareceu.
E assim, os nossos carros continuaram a servir a Companhia. Quando não havia trabalho, os mecânicos descansavam. Era o meu lema.


Por outra vez, estava eu a experimentar o jeep do Capitão e por tal motivo fui chamado à atenção, penso eu que indevidamente. Os meus mecânicos também não gostaram. Vai daí, o Rosas propôs que o jeep iria avariar! E avariou mesmo durante 15 dias!!! Coincidências.


A nossa Oficina era o restaurante da Zona! Quantos almoços, jantares, festanças, lá não se fizeram.
Os assados eram espectaculares. Também tinha sob o meu comando elementos bem intencionados… Certo dia, não havia cabrito ou cabra para a festa. Não é que, com uns pedaços de pão ao longo do caminho e em direcção ao abrigo, a pobre cabra lá entrou para seguir directamente para o forno! Mas os Futa-Fulas souberam ou desconfiaram e o assunto chegou ao Capitão. Não sei como foi resolvido, se se confirmou a situação ou não. Só sei que a cabra estava uma delícia…


Muito petróleo se gastava… principalmente de noite. “Será ou não será que seria” comercializado por alguns, em troca de ovos, carne, “favores”, etc.?
E os Unimogs gastavam 45 litros de gasolina aos 100 Km! Por mais contas que fizesse, os gastos eram sempre esses!!! Por comparação, os F16 portugueses – agora caíu um – gastam 170 litros de combustível por cada 100 Km!!!
Como já vai longa esta missiva, fico por aqui. Vou apontando outras lembranças.

domingo, 27 de janeiro de 2008

P54: THIS IS THE LIFE


Gostei e quero partilhar convosco.

sábado, 19 de janeiro de 2008

P53: RECORDAÇÕES




Dos presentes neste Almoço, na Estância, em Oliveira do Bairro, quantos guardarão este símbolo?

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

P52: MEMÓRIAS



Foto cedida pelo Fernando Silva. Daqui apelo para que outros contributos surjam. Ajudem-me, também, a identificar os elementos que compõem esta foto (2.º a partir da esquerda Fernando Silva, 5.º Coronel Carlos Gomes)

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

P51: SELECÇÃO NACIONAL DO DULOMBI



A Selecção Nacional portuguesa é orientada por um Sargentão. A do Dulombi era orientada por um Capitão.
1.º plano: Ferreira, Costa, Vila Franca, Correia, Alferes Balsa e "Fafe".
2.º plano: Capitão Carlos Gomes, "Meirim", Fernando Silva, Marinho, Quintas, "Vila Real", Fernandino S. Almeida e Terraço.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

P49: OBRIGADO LEANDRO


Quando me propus construir o nosso Blog era minha expectativa que o mesmo fosse um fórum em que houvesse uma participação evidente por parte dos elementos que constituiram a 2700, quer com fotos, documentos ou episódios narráveis. Puro engano.
Será que a participação do Timóteo com o envio de algumas fotos e agora com a foto enviada pelo Leandro é um presságio que, finalmente, as participações começarão a brotar? Esperemos que sim.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

P47: VISÃO MONIZIANA DA EXPO ESTANQUEIRO

Caros Amigos

Já fui ver a exposição “Memoria Guerra Colonial” do amigo Estanqueiro.
Dou-lhe os meus parabéns pela iniciativa e pelo relevo que conseguiu dar ao seu trabalho e à C Cac 2700
De realçar o catalogo de muita boa qualidade, bem estruturado e muito bem organizado.
De referir que a relação de evacuados e recuperados. Inserida a pag. 65 do catálogo peca por omissão: em Abril 1971 houve evacuados do tornado (pelo menos 2 – penso que foram mais - que não estão relacionados) e em Julho de 1971 há um recuperado que de acordo com a relação nunca chegou a ser evacuado ???. Mas isto são fait-divers que em nada tiram o mérito do trabalho exposto.

Um abraço
Carlos Moniz

Uma nota: quanto é que o Estanqueiro pagou ao fotógrafo para aparecer em 50 % das fotografias da exposição!!!

domingo, 9 de dezembro de 2007

P46: UMA VISÃO SOBRE A EXPOSIÇÃO DO ESTANQUEIRO

Caro Fernando,

Acabo de regressar da Exposição Fotográfica da CCaç 2700, uma bela obra que retrata o que a Vossa Cª passou por aquela terras de Dulombi.
Muita gente, muitos ilustres, outros nem tanto. O "major" Tomé, o Fernando Rosas (o historiador), o Dias da Cunha do SCP, e muitos desconhecidos para mim. E o Américo Estanqueiro, um tipo com ar modesto, que dava a entender que "era demasiado pequeno" para tanta gente ilustre, mas, aos meus olhos, muito grande para a obra que publicou.
Estavam alguns do nosso blogue. O Helder Jesus, o especialista cripto que o Spínola tinha no QG, nos inícios dos anos 70, o Teco e o Guedes da Cª 726, de Guilege. E outras figuras públicas, o Alfredo Caldeira e a Diana Andringa (penso que mulher dele). E muitas senhoras e jovens também.
Duas horas bem passadas, que ainda deram para recordar histórias daqueles tempos.
O Luís Graça, que lá conseguiu arranjar tempo para lá ir com a simpática mulher, tirou uns instantâneos à pressão, e ainda hoje, conhecendo-lhe eu a dinâmica, vai tratar de meter no blogue. E pelo interesse e comentários que fui ouvindo, também lá estava gente da CCaç 2700. Agora, vendo bem, tenho pena que não tenhas estado presente, pois era mais uma forma de nos darmos todos a conhecer.
Está o Estanqueiro de parabéns e estais vós todos da CCaç 2700, pela magnífica obra que trazem a público.
Um abraço, Fernando.
vb

quinta-feira, 29 de novembro de 2007