quarta-feira, 23 de novembro de 2011

P277: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO JORGE CUNHA

          Jorge Manuel da Silva Cunha, ex-1.º cabo aux. enfermeiro, mora em Palmeira. (Palmeira é uma freguesia portuguesa do concelho de Braga, com 8,72 km² de área).

O Jorge Cunha tem a profissão de Barbeiro.

Tem dois filhos e 3 netos.

Um abraço do Jorge Cunha para todos os Dulombianos.

O Jorge Cunha, com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 8 de Fevereiro de 2011.


1971






2011





Accionamento da mina A/C na estrada Dulombi-Galomaro

Aconteceu no dia 5 de Outubro de 1971, numa coluna que se dirigia para Bafatá. Na picada de Dulombi-Galomaro foi accionada uma mina anti-carro, pelo rodado dianteiro direito do Unimog 404, conduzido pelo Manuel Faria.
Neste outro momento negro vivido pela nossa Companhia resultou a morte do soldado Luís Vasco Fernandes, de S. João da Pesqueira, tendo havido mais 2 feridos graves, sendo um dos feridos o Jorge Cunha. O outro foi o Virgílio Luís Pinheiro Brilha.
De imediato foi accionado o pedido de auxílio. Os 4 soldados mencionados foram transportados para Nova Lamego e depois para Bissau, num helicóptero das forças armadas.
Os feridos graves foram evacuados para a Metrópole. O Jorge Cunha esteve em Bissau cerca de 20 dias, doze dos quais em estado de coma. Esteve internado no Hospital anexo de Campolide, em Lisboa, cerca de dois anos. Está reformado como deficiente das forças armadas, com uma deficiência de 67.20%, segundo dados do Ministério da Defesa Nacional do Exército Português, desde 31 de Maio de 1976.
Narra o Manuel Cunha que não se lembra de nada, após o accionamento da mina. Após 12 dias em estado de coma é que se apercebeu do que tinha acontecido. Mais diz que o seu estado era muito grave até ao ponto do sacerdote do hospital ter sido chamado para lhe dar os últimos sacramentos.
Felizmente sobreviveu ao acidente, embora com graves lesões nos dois pés. Foi submetido a várias operações cirúrgicas, já em Lisboa. A recuperação funcional foi feita praticamente em casa.
Lembra-se que o tratamento recebido no Hospital era muito deficiente, tanto nos tratamentos como nos meios auxiliares de enfermagem, relativamente às necessidades do dia a dia. A alimentação também era muito fraca, segundo a opinião do Cunha. Contudo, pensa que todos estes inconvenientes eram devidos à sobrelotação do hospital, sendo os meios disponíveis insuficientes para tantos feridos em combate.

(Nota: Ver as Relíquias Fotográficas do Manuel Faria, onde se narra com outros pormenores este acidente).


O Jorge Cunha e o Brilha, no hospital de Bissau. O Cunha tem os pés e pernas engessados até à anca.


Foto de 3 de Maio de 1972: O Jorge Cunha e o Fernandino, jogando uma partida de sueca, no anexo hospitalar de Campolide, em Lisboa.


O Jorge Cunha exercendo a sua arte extra em Dulombi. O cliente é o Marinho.


Reparem para a cadeira do barbeiro!!! O Ramos – viva o luxo, até já tinha oferta de leitura enquanto se submetia ao corte profissional do “barbeiro” Cunha…


O José da Silva Ribeiro, segundo as regras da ASAE, a tratar do seu corte de cabelo profissional, para assim poder exercer a sua arte de padeiro. O responsável é o “artista” Cunha.


O Jorge Cunha, no interior da enfermaria, a executar o registo dos doentes.
Ao fundo, as prateleiras dos medicamentos.


O Furriel Maurício a ser tratado pelo Cunha. Será que doeu muito?


Desta vez é o Simões recebendo cuidados na enfermaria.


O Cunha com o correio na mão, para ser enviado para a Metrópole, e o condutor Sá.


Foto de 8-2-1971: a equipa de enfermagem de Dulombi
(Gaspar, Alves, Santos e Cunha)


Terraço, Enf. Gaspar, Brilha, Vítor Rodrigues, Franco (pertencente ao Batalhão de Engenharia), cond. Rodrigues e Enf. Cunha…e o Zarco.


Matança do porco comprado pelo Jorge Cunha em Bafatá.
Armindo Ramos, Enf. Cunha, Albino Piedade, Prata e Teixeira Pinto.


Bebendo umas “bazucas”
Reconhecemos na 1.ª  posição o Leitão da Silva, na 2.ª  o Lopes, na 3.ª  o Almeida, na 4.ª  o Veras (2.º Pel.), na 5.ª  o Gaspar, depois Teixeira Pinto, Albino Piedade, Vaquinhas e na 9.ª  o Cunha.


Coluna de reabastecimento a Dulombi passando pela ponte de madeira situada nos arredores de Bafatá.
Furriel Costa, enf. Cunha, Ventura, enf. Santos e "vice-vagomestre" Fernando. Ao volante o cond. "Braga".

 O Jorge Cunha com a juventude Dulombiana.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

P276: RELÍQUIA FOTOGRÁFICA DO LEITÃO DA SILVA

          Adelino Domingos Leitão da Silva, ex-1.º cabo mecânico de armas, mora em Arada, Ovar.
Arada é uma freguesia portuguesa do concelho de Ovar, com 15,34 km2

O Adelino Domingos Leitão da Silva, teve como profissão a arte de serralheiro-mecânico. Está reformado desde 2010.

Tem 2 filhos.


O Leitão com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 30 de Outubro 2011

1971

A única relíquia fotográfica do Leitão

Almeida, Leitão, Mestre tocando viola, Armindo e enf. Gaspar

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

P275: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO JÚLIO MACHADO

          Júlio da Rocha Machado, ex-1.º cabo operador Cripto, mora no Porto.

O Júlio Machado é proprietário da Papelaria JUNATA situada na Estrada da Circunvalação, n.º 7762-G - 4200-162 Porto - Telefone 22 5089332

Reformou-se aos 55 anos.

Tem duas filhas e um neto.

Um abraço do Júlio Machado para todos os Dulombianos.

O Machado, com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 11 de Maio de 2011.

1971
2011







Em pé: Quintas e Costa entre três indígenas.
Á frente: Marinho, cond. Cardoso, Júlio Machado e Prata.


O Júlio Machado na bolanha de Dulombi


Fernando Fernandes(ajudante do vagomestre), alf. Barros, Quintas, Júlio Machado com a terrina na mão, Portugal, Luís Maria, Brunheta e Terraço.


A cabra "Zéquinha"
O Júlio Machado com o gato Mike, adoptado como mascote das transmissões. Certo dia, o Ramos, quando estava de vigia nocturna num dos torreões, matou-o a tiro de G3, pensando ser o inimigo a querer infiltrar-se na tabanca. No chão, está a cabritinha chamada “Zéquinha”, que morreu devido a ter comido grão-de-bico que estava a demolhar. Quando acabou de comer, o grão-de-bico inchou, e a “Zéquinha” morreu com o estômago rebentado.


Com a arma na mão não reconhecemos, depois está o Júlio Machado segurando o “Tango”, segue-se a Bela (já falecida) e o Soares. Presente também a juventude Dulombiana.


Alferes Barros, furriéis Barbosa e Rico, Machado, Brunheta, Marinho, Barreiro, Marinho, Vila Franca, Quintas, Portugal e Terraço. De pé: Silva Ribeiro, “Faiões” e “Judeu”.


Fernando (ajudante do vagomestre), mecânico Rosas, Júlio Machado e Evaristo Borges.


O Júlio Machado preparando os célebres tabuleiros das patuscadas.

sábado, 12 de novembro de 2011

P274: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO ARMINDO DE SOUSA

          Armindo José de Sousa, ex-soldado atirador, chegou a Dulombi, em rendição individual, no dia 18 de Fevereiro de 1971 e foi integrado no 2.º pelotão, sob o comando do alferes Barata. Aquando da nossa partida para a Metrópole, ficou em Bissau a cumprir o resto da Comissão, a exercer funções na messe de Sargentos, no Q. G.
Terminou a Comissão em Fevereiro de 1973.

Mora em Mesão Frio, Guimarães. (Mesão Frio é uma freguesia do concelho de Guimarães, com 4,62 km² de área).

O Armindo está reformado desde o ano de 2007, tendo exercido a profissão de operário têxtil, na fábrica Reivax sedeada em Guimarães.

Tem uma filha e uma neta.

Um abraço do Armindo para todos os Dulombianos.
O Armindo, com as suas 62 primaveras, comemoradas no dia 17 de Outubro de 2011.

1972

2011
O Armindo e o “Taipas”, segurando um marabu abatido em Dulombi


O Armindo na bolanha de Dulombi

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

P273: O NOSSO COZINHEIRO JOAQUIM PATÃO

Passo a reproduzir o testemunho do nosso cozinheiro, Joaquim Patão, entrevistado pelo Jornal de Notícias de 9 de Novembro, acerca do naufrágio duma embarcação turística em que pereceram duas turistas  alemãs.


terça-feira, 8 de novembro de 2011

P272: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO "FAFE"

          Manuel Faria, ex-soldado condutor, mora na cidade de Fafe.

O Faria tem a profissão de motorista na firma Manuel da Costa Carvalho Lima e Filhos, Lda. sedeada em Várzea Cova, Fafe.

Esteve emigrado em França durante 20 anos, na região de Versailles.

Tem uma filha e uma neta.

Um abraço do Faria para todos os Dulombianos.
O Faria, com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 23 de Maio de 2011.




2011


1971

Accionamento da mina A/C na estrada Dulombi-Galomaro

Aconteceu no dia 5 de Outubro de 1971, numa coluna que se dirigia para Bafatá. Na picada de Dulombi-Galomaro foi accionada uma mina anti-carro, pelo rodado dianteiro direito do Unimog 404, conduzido pelo Manuel Faria.
Neste outro momento negro vivido pela nossa Companhia resultou a morte do soldado Luís Vasco Fernandes, de S. João da Pesqueira, tendo havido mais 2 feridos graves e 1 ferido ligeiro.
A coluna constituída por 9 Unimogs saiu do acampamento de Dulombi de manhã. A coluna auto transportada seguia o seu destino quando, repentinamente, se houve um enorme estrondo. O Unimog do Manuel Faria tinha sido atingido por uma mina anti-carro, accionada pelo rodado dianteiro direito, onde se encontrava sentado no respectivo assento o Luís Fernandes, que teve morte imediata. O Manuel Faria foi projectado a cerca de 5 metros de altura, para cima de uma árvore, de onde caiu depois, aos trambolhões. Caído no chão, lembra-se que ficou a gritar pelo alferes que comandava a coluna, ficando à espera de auxílio.
A mina foi accionada pela 5.ª viatura da coluna. Na 4.ª viatura seguiam cerca de 12 homens, eu incluído (Lemos).
Por sorte, a 5.ª viatura só transportava 4 militares: o Faria, condutor, que sofreu ligeiras escoriações no rosto, e equimoses na região do fémur, devido a ter batido no volante ao ser projectado. O Luís Fernandes que, devido a se encontrar sentado no banco direito, sofreu morte imediata. Na caixa do Unimog seguiam sentados no respectivo banco, o 1.º cabo aux. Enfermeiro Jorge Manuel Silva Cunha, que sofreu fracturas gravíssimas nos dois pés, perdendo o calcanhar do pé direito, além de outras deformações irreversíveis, e o Virgílio Luís Pinheiro Brilha, também com ferimentos graves.
De imediato foi accionado o pedido de auxílio. Os 4 soldados mencionados foram transportados para Nova Lamego e depois para Bissau, num helicóptero das forças armadas.
O Manuel Faria, apenas esteve 5 dias em Bissau, tendo depois regressado a Dulombi, via rio Geba, numa LDG.
Os feridos graves foram evacuados para a Metrópole. O Jorge Cunha esteve em Bissau cerca de 20 dias, doze dos quais em estado de coma. Esteve internado no Hospital anexo de Campolide, em Lisboa, cerca de dois anos. Está reformado como deficiente das forças armadas, com uma deficiência de 67.20%, segundo dados do Ministério da Defesa Nacional do Exército Português.
O Virgílio Luís Pinheiro Brilha, conforme já relatado em Posts anteriores, faleceu num acidente em Espanha, por volta do ano de 1991.


A CAÇA ÁS GALINHAS

Numa altura em que houve uma certa turbulência devido à fraca alimentação que estava a ser servida à Companhia, ao ponto de ter havido princípios de um levantamento de Rancho, nos finais do ano de 1971 – (Ver Post 96), todas as artimanhas eram usadas para se conseguir uma refeição melhorada.
Ora, o Faria apercebeu-se de que alguns galináceos se abrigavam debaixo dos Unimogs estacionados, pertencentes aos indígenas de Dulombi. E vai daí, pensou logo em abater uma rechonchuda galinha, no mais absoluto sigilo. Então, pediu emprestada a arma telescópica de chumbos ao furriel Rico e, aproveitando a melhor ocasião, deambulou por meio dos Unimogs, apontou a arma à dita cuja, e logo esta caiu morta. Com o animal embrulhado num casaco, dirigiu-se ao local de trabalho do Silva “padeiro”, proporcionando este, todos os ingredientes necessários para a festança. Umas batatas fritas, pão e vinho à descrição, acompanharam a saborosa galinha, matando a “fome” aos comparsas por alguns dias.
Aproveitando o tema, também uma vez por outra, os carneiros que se atravessavam à frente da coluna auto, aquando das viagens de reabastecimento na cidade de Bafatá, eram “atropelados” por um ou outro condutor, e logo trazidos para Dulombi. É que os animaizinhos não se desviavam dos Unimogs, e estes também não…

De pé: 1.º Cabo da CCS, Faria, enfermeiro Santos, Carvalho, Jerónimo Teixeira e furriel Costa.
À frente: Ventura, Marinho, “Estraga”, mecânico Victor e  Vieira.


Fernando (ajudante do vagomestre), Faria, Marinho e mecânico Santos.


Mostrando uma pele de cobra




sexta-feira, 4 de novembro de 2011

P271: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO FURRIEL FONSECA

          Antero José Lameira da Fonseca, ex-furriel atirador do 1.º pelotão, ao qual também pertenciam os furriéis Pires e Timóteo, sob o comando do alferes Correia, mora em Moure (Felgueiras).
Moure é uma freguesia portuguesa do concelho de Felgueiras, com 3,43 km² de área. Tem pouco mais de 1.000 habitantes.

O Fonseca, tem como profissão a arte de escriturário.

Viúvo desde o ano de 2000, é pai de duas filhas e é recentemente avô de uma neta.

Um abraço do Fonseca para todos os Dulombianos.
 O Fonseca, com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 1 de Abril de 2011.




Em Moure existe a Casa de Simães, que deu recentemente nome à Rua onde o Fonseca vive.
Casa de Simães: Espaçosa morada de casas e quinta anexa, vedada por um alto muro ameado, em que se entra por um monumental portal, encimado por artístico brasão dos Pintos, Pereiras, Silvas e Coelhos, guardado por três estátuas de guerreiros. Entre o magnifico portal e as casas, estende-se um amplíssimo terreiro, outrora um belo jardim, onde se pode admirar um excelente conjunto de esculturas de feição barroca sec. XVIII e no pano do muro fronteiriço às casas, cinco curiosas bicas dedicadas aos cinco continentes.

Monumental Portal encimado pelo brasão dos Pintos, Pereiras, Silvas e Coelhos

Na bolanha de Dulombi.
O Fonseca é o 1º elemento do lado esquerdo.

Da esquerda para a direita: Soares, Timóteo, Zé Luís (infiltrado), Pires, Alves, Maurício, Moniz e Fonseca.

O "Furrialato" de Dulombi
Em 1.º plano: Rodrigues, Pires, Rico, Soares, Gonçalves e Fonseca.
Em 2.º plano: Lemos, Coelho, Timóteo, sargento Teixeira, Barbosa, Moniz e Pedroso.

Manga de "furiés"
Em relação à foto anterior, temos a entrada de: sentados, o Alves na 2.ª posição, Costa na 3.ª e Estanqueiro na 4.ª.
De pé: na 2.ª posição o Maricato.

Estanqueiro, Timóteo e Fonseca

MAIS UMA HISTÓRIA DA OPERAÇÃO LIGEIROS QUADROS

No Post 245, foi lembrada esta operação como um dos momentos mais negros vividos pela nossa Companhia.
Nas Relíquias Fotográficas do Adão Sá, Post 262, também se contou como tudo aconteceu, visto que o Sá era o condutor da viatura minada.
Nas Relíquias Fotográficas do “Arouca”, Post 265, tambem se descreve uma história relacionada com a operação.
Agora, o Fonseca, também descreve algumas das suas lembranças relacionadas com esta operação:
    
“A 10 de Agosto de 1970 é iniciada a operação «Ligeiros Quadros» que tinha como missão, numa primeira fase, tornar transitável o troço Dulombi/Jifim, para numa segunda fase estender essa transitabilidade até mais perto do Corubal e aí instalarmos artilharia pesada para flagelar postos do IN. Nessa operação entre Dulombi e o Jifim accionamos a mina A/C que vitimou o Carrasqueira e mais quatro milícias.
Passados alguns dias fomos recuperar a viatura sinistrada e uma das viaturas de assistência, ao fazer uma manobra, accionou uma mina A/P. Alertados por este facto e, por sistema, como o IN nunca instalava só uma mina A/P, foi suficiente para alertar o furriel de minas e armadilhas (Maricato), levando-o a concluir que quase de certeza outras estariam instaladas nas proximidades. Não se enganou, já que foram encontradas mais seis, conforme mostra a figura abaixo:
Este facto marcou-me, e jamais o esquecerei, pois penso que quase de certeza passei por cima de alguma, mas como a terra estava muito seca, o meu peso não foi suficiente para accionar uma das minas A/P.
Lembro-me que após o accionamento dessa mina (que causou apenas danos na jante do Unimog e o rebentamento do respectivo pneu), todos saltámos das viaturas e andámos desnorteados a refugiar-nos naquela zona, pensando que aquilo seria o início de uma emboscada”
No Blog da 3491, segundo uma pesquisa do Barata, é relatado que numa operação de cortar o capim para tornarem transitável essa estrada até ao Jifim, na zona da mina, um indígena ao cortar uma sebe notou um toque diferente e descobriram mais uma mina no local. Portanto, contabilizam-se 8 minas A/P. Provavelmente ainda estarão lá enterradas mais algumas…