sexta-feira, 30 de novembro de 2012

P420: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO CARLOS CORREIA

            Carlos Manuel da Silva Tavares Correia, ex-alferes atirador, pertencente ao 1.º pelotão, mora no Entroncamento.


É pai do Joaquim José, alferes; do João Miguel, capitão; e da menina Ana Filipa.

Um abraço do Tenente-coronel Carlos Correia para todos os Dulombianos.
  Tenente-coronel Carlos Correia, com as suas 65 primaveras, comemoradas no dia 26 de Outubro de 2012.


Carlos Manuel da Silva Tavares Correia iniciou a sua vida militar em 21 de Abril de 1969. Após o términus do Curso de Operações Especiais (Ranger) em Lamego, 30-06-69, apresentou-se em Abrantes na mesma data no RI2 a  fim de formar Batalhão com destino à Guiné, ficando a pertencer aos quadros da CCaç2700/BCaç2912.
Em 24 de Abril de 1970 ruma à Guiné onde permaneceu até 03-04-1972.
Esteve fora da efectividade de serviço desde esta data até 09-08-1973.
Regressou à efectividade do serviço militar em 10-08-1973 ficando a comandar a 1ª Bateria; posteriormente a FT no Ex GACA 2 em Torres Novas.
De 25-04-1975 a 31-05-1981 esteve colocado no Batalhão do Serviço de Material no Entroncamento, tendo sido promovido a Capitão em 05-07-1980.
De 01-06-1981 a 14-04-1983 foi colocado no RIAH (Angra do Heroísmo) onde desempenhou sempre as funções de Comandante de Companhia.
Em 15-04-1983 foi colocado no BapSvc/1ªBMI Santa Margarida, onde comandou a Companhia Sanitária, até 14-04-1985.
Em 15-04-1985 foi transferido para o BCaç 5 em Lisboa onde desempenhou as funções de 2º Comandante até 01-12-1985 data em que foi transferido para o RIT (Tomar), onde permaneceu até 04-06-1991, onde desempenhou as funções de comandante de Companhias de Recrutas como de soldados Prontos.
Em 05-06-1991 foi transferido a seu pedido para o Tribunal Militar Territorial de Tomar onde desempenhou as funções de Secretário até Junho de 1995 altura em que foi tirar o Curso de promoção a oficial Superior tendo terminado este curso em 31-12-1995.
Em 24-07-1995 foi colocado no Estado-maior do Exército a fim de chefiar a Secção de Logística da RAG/EME.
Em Abril de 1997 foi prestar serviço em Angola (Luanda) junto da Embaixada de Portugal naquele país como adjunto do Adido de Defesa para a cooperação Técnica Militar. É promovido a Oficial Superior (Major) em 01-10-1997.
Regressa a Portugal em Fevereiro de 1998 onde é colocado no Centro de Classificação e Selecção de Lisboa, na secção de orientação.
Em 06-07-1998, por convite, é colocado na Inspecção-geral do Exército, desempenhando inicialmente as funções de Chefe de Gabinete do Exmo. General IGE.
Em 27-10-2000 é colocado na Brigada Mecanizada onde desempenhou as funções de oficial adjunto da 3ª Secção no QG/BrigMec.
Em 01-10-2001 é colocado por convite na Direcção Histórica Militar onde permanece até 07-10-2003 fazendo parte do grupo de trabalho da CECA que tinha como missão o elaborar os Estudos das Unidades Militares Portuguesas nas campanhas de África.
Em 08-10-2003 regressa a Santa Margarida a fim de desempenhar novamente as funções de Oficial Adjunto da 3ª Secção. É promovido a Tenente-Coronel em 12-02-2004.
Em 01-07-2006 por motivo do actual posto, é transferido para a Logística do CMSM, onde fica a desempenhar as funções de Inspector de Materiais da BrigMec, onde permanece até 01-01-2009 data da sua colocação no EME, onde foi prestar serviço, por convite, na Direcção Central da Liga dos Combatentes em Lisboa, onde se mantém até ao actual momento.

 Carlos Manuel da Silva Tavares Correia

 Carlos Correia na tabanca de Dulombi

 Alferes: Carlos Correia, Costa da CCaç. 2699, Ravasco e Mota da Ccaç. 2701, no Carvalho Araújo

 Alferes: Barata, Ravasco, Correia e Barros

 Alferes Correia, furriel Timóteo, alferes Balça e furriel enfermeiro Alves

 Concentração de operacionais para a realização de uma operação de reconhecimento
Na foto: alferes Correia, furriel Timóteo, mecânico Rosa, condutor “Estraga”, furriel Alves, David Coelho

Na picada

 Carlos Correia escrevendo à Gina, a namorada do tempo da Guiné

 



Jovens de Dulombi. Ao lado do Alferes Correia a Jonsana





Tenente-Coronel Correia e a Jonsana (com as fotos na mão)
Bafatá: foto de 2010

Ex-alferes Carlos Correia

 Alferes Correia, Cândido Nunes e José Ribeiro

 Partida para uma operação no mato, realizada no dia 05/07/1970

Operação ao Corubal (12/02/1971)

Descanso em plena operação
Foto de 12/03/1971 

1.º Pelotão


Preparação de uma refeição
Euclides à esquerda, Chefe Patão, Alferes Correia, José Ribeiro (encoberto) e Cândido Nunes

As “diabruras” do Zé Luís

 Convívio na caserna
Furriéis Rico e Tancredo e alferes Correia

 Na tabanca de Dulombi

 Na bolanha de Dulombi: Furriéis Pires e Timóteo e alferes Correia

 Recordação de Dulombi

 Alferes Correia na companhia da 2.ª mulher do pai da Jonsana e do Semba

Juventude de Dulombi
Atrás visualizam-se os furriéis Soares e Hélder Coelho. Ao centro o alferes Correia

 Alferes Correia

Alferes Barata e Correia

 Capitão Carlos Gomes, e os alferes Barata, Correia e Ravasco.
Ao centro, a Esparguete (já falecida)

Bajudas de Dulombi
Á direita, a Esparguete (já falecida)

 Equipa de futebol de cinco.
Capitão Carlos Gomes, Fernando Correia e alf. Barata.
Em 1.º plano: Alferes Correia e Ravasco.

NOTA: O ex-alferes Carlos Correia, agora Tenente-coronel, também pode ser visualizado em fotos nos seguintes Posts: 247, 249, 252, 259, 262, 284, 287, 288, 293, 296, 302, 337, 402 e 403

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

P419: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO RICO

            João Manuel Pauleta Rico, ex-furriel das Transmissões, mora em Abrantes.

O João Rico está na situação de reformado da profissão de bancário.

            Tem 1 casal de filhos.

Um abraço do João Rico para todos os Dulombianos.
O João Pauleta Rico, com as suas 65 primaveras, comemoradas no dia 30 de Junho de 2012.

 João Rico e Timóteo, no Carvalho Araújo

 Henrique Soares e João Rico, no Carvalho Araújo, no momento da chegada a Bissau.

 João M. Pauleta Rico

 Furriéis Soares, Rico, Timóteo, Moniz e Rodrigues.


 O pessoal das transmissões posando junto ao primitivo abrigo.
Portugal, Silva Soares, Marinho, Barreiros, fur. Rico, Fernando Maria e Quintas.

Depenando pássaros para uma petiscada!
Fur. Rico, Machado, Quintas, Semba e Fernando Luís. 

Furriéis Estanqueiro, Rico e Leandro, exibindo um abutre abatido em Dulombi.

 Foto dos primeiros tempos de Dulombi, visto que o furriel Tancredo está presente, o que é raro.
Furrieis Coelho, Timóteo, Fonseca e Tancredo. De joelhos, fur. Soares, enf. Gaspar e fur. Rico.

Furriel Rico e a Junçana com seu filho.

 Furriel Rico na Tabanca de Dulombi

 Patuscada, onde não faltaram as “bazucas”!
Fernando Fernandes, Leandro, Rico e Vila Franca.
Á frente, o Barreiros…

Maciel com uma faca na mão, furriel Rico e alferes Ravasco.


 Mais uma recordação do sargento Teixeira

 Primitivo Centro Cripto de Dulombi e também dormitório do furriel Rico nos primeiros 16 meses de Comissão. Depois construíram-se as casernas.

 Primitivo Centro das transmissões, de Dulombi. São bem visíveis as antenas.


 Imagem espectacular de um primitivo abrigo de Dulombi.

 Primitivo posto de sentinela de Dulombi.


 Pausa para um cigarro.

          NOTA: O João Rico também pode ser visualizado em fotos nos seguintes Posts: 252, 256, 263, 269, 271, 275, 287, 288, 302, 313, 338, 340, 343, 362, 372, 381, 382 e 393.

domingo, 25 de novembro de 2012

P418: REGRESSO DA "MISSÃO DULOMBI"


Terminada a sua nobre missão, mais uma vez com óptimos resultados, os "Bravos" já se encontram em Vila Conde. A todos o nosso sentido "Obrigado".
Particularmente, ao Gil, aquele abraço do
Fernando Barata



quinta-feira, 22 de novembro de 2012

P417: O QUE ME VAI NA ALMA - CARLOS MONIZ


Caros Amigos

Não sou um visitante assíduo do Blogue  C. Caç. 2700 – Dulombi 1970/72. Reconheço.
No entanto, das poucas vezes que o consulto, tenho sido confrontado com um manancial de informação que, sinceramente, já não fazia parte do meu imaginário.
A minha passagem pela Guiné foi um acidente de percurso. Desta evidência mais me convenço cada vez que consulto o blogue. Que me perdoem todos os  aqueles com quem partilhei essa jornada africana.  
O Blogue, hoje, estimula, a minha memória relativamente a pessoas e  acontecimentos que, sinceramente, se tinham varrido do meu pensamento.
O conflito de motivações  revolucionárias / ideológicas que vivemos na Guiné,  não teve, nem nunca  teria,  fim pela força das armas, deixando-nos uma sensação de frustração e ineficácia do nosso envolvimento.  A história confirma que as chamadas guerras subversivas ou de baixa intensidade,  raramente tiveram êxito.
A guerra ter-se-ia arrastado não fosse o “soft power” da  diplomacia, no caso concreto a revolução dos cravos do 25 de Abril, que pôs fim, de forma legal, pacífica e democrática, a  uma guerra de 13 anos que muitas vidas ceifou e muitos traumas causou.
Todo este desabafo resulta, como disse inicialmente, da leitura e do conhecimento da história de vida de muitos que comigo partilharam aquele espaço de vida.  Reconheço que muitos dos relatos do blogue,  são para mim, por vezes, notícias em primeira mão.
Caros Fernando Barata e  Ricardo Lemos os meus parabéns pelo vosso trabalho e empenho na pesquisa de informação e acontecimentos que muito recordatório me têm feito viver no tempo.
Seria injusto ignorar aqueles que muito têm trabalhado para que os “Encontros anuais” sejam, cada vez mais, uma realidade  viva da nossa histórica  passagem por terras da Guiné. Caro amigo Timóteo não ignoro o teu empenho nesta realidade.
Um abraço para todos os “Dulombianos”


Carlos Moniz

domingo, 18 de novembro de 2012

P416: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO MANUEL BARREIROS

           Manuel Maria Rodrigues Barreiros, ex-soldado das transmissões, mora em São Miguel do Rio Torto, Abrantes.

            Encontra-se reformado da área de Serralharia Mecânica.


Tem 2 filhos.

Um abraço do Manuel Barreiros para todos os Dulombianos.
 O Manuel Barreiros, com as suas 64 primaveras, comemoradas no dia 2 de Junho de 2012.

 
Manuel Barreiros

 Manuel Barreiros e as suas mascotes

 Manuel Barreiros

 Rede mosquiteira para dormir no mato!

 Barreiros posando com jovens de Dulombi

 Barreiros no hospital de Bissau, quando sofreu ou foi atingido por estilhaços.
O Barreiros não se lembra como e quando aconteceu o acidente*. Os ferimentos localizaram-se no lábio inferior e no queixo.
(* Palpite do Editor - Provavelmente, quando ao sair-se do aquartelamento, para execução de uma operação, foi accionada uma mina A/P por um dos nossos elementos.)

 Posto de rádio nas novas instalações (caserna)

O “Tango-Mike”, mascote das Transmissões


  Morança do pai da Bela.
Barreiros, Quintas e Silva Soares "pilando".

 Cripto Machado, Fernandino, Marinho, Barreiros, Torre, "Arouca", Pontes e Delmar Sobreira, tomando banho na bolanha.

 Furriel Leandro e Barreiros

Em Abrantes, fomos visitar a unidade mobilizadora da Companhia de Caçadores 2700, que foi o Regimento de Infantaria n.º 2.
Entre 1961 e 1975, o RI 2 incorporou, treinou e mobilizou um total de 52 000 homens para os diversos teatros de operações da Guerra do Ultramar, os quais formaram 63 batalhões, 30 companhias independentes e 82 pelotões de apoio.
Em 1977, o RI 2 passa a denominar-se Regimento de Infantaria de Abrantes (RIA), assumindo a responsabilidade de organizar, treinar e manter o 2.º batalhão de Infantaria Motorizada da 1.ª Brigada Mista Independente que substituiu a 3.ª Divisão NATO.
Em 1993 o RIA readopta a designação tradicional de RI 2
Em 1999 o RI 2 assume a função de Centro de Instrução Geral para praças voluntárias e contratadas.
Em 2006 o RI 2 é extinto e nas suas instalações foi instalada a EPC (Escola Prática de Cavalaria).

Conheça a actual EPC, abrindo a hiperligação abaixo: www.youtube.com/watch?v=INP-xaRAu3M

 Memorial do RI 2
A C.Caç 2700 tem a sua placa na 2.ª coluna a contar do lado esquerdo, sendo a 1.ª placa negra dessa coluna.

 A nossa Placa

 Memorial na actual EPC – Abrantes

 Abrantes – Rio Tejo


          NOTA - O Barreiros também pode ser visualizado em fotos nos seguintes Posts: 241, 248, 257, 269, 284, 288, 302, 312, 317, 334, 362 e 372.



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

P415: III EXPEDIÇÃO DA MISSÃO DULOMBI

Como sabem o Gil e acompanhantes encontra-se neste momento por terras de Cossé, cumprindo cabalmente a sua missão.
Sabe bem visionar este vídeo e, principalmente, ouvir, na parte final (4' 13''), a sentida mensagem do José Luís Djau, que ainda menino, colaborou com os nossos mecânicos.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

P414: FALECIMENTO DO CONDUTOR CARDOSO

O Cardoso era dos poucos elementos da nossa Companhia que ainda não tinha sido possível contactar por desconhecimento do seu paradeiro. Entretanto, após contacto por parte do Lemos, junto do Presidente da Junta de Freguesia de Macieira, Vale de Cambra, este deu conta do desenlace.  
O Cardoso da Silva, faleceu no dia  23 de Setembro de 1995, vítima de acidente de trabalho.
Repousa no Cemitério de Macieira.

Paz à sua alma.


O Cardoso poderá ser visto nos seguintes Posts: 255, 269, 275, 288, 293, 296, 317, 322, 327, 340, 351, 352, 357, 396 e 400.







P352  P357P396