sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

P436: MISSÃO DULOMBI


É sempre um prazer divulgar estas notícias.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

P435: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO FERNANDO FERNANDES

            Fernando Martins Fernandes, ex-1.º Cabo de Reabastecimento de Material, mora em Wiesbaden, Alemanha.
Wiesbaden é a capital e a segunda maior cidade (depois de Frankfurt am Main) do estado federal alemão de Hessen. Wiesbaden situa-se na margem direita do rio Reno, frente à cidade de Mainz no lado oposto do rio e nela habitam cerca de 287 000 pessoas (dados de 30 de setembro de 2005). Wiesbaden, juntamente com as cidades de Frankfurt e Mainz, faz parte da região Reno-Meno Frankfurt, uma área metropolitana com uma população combinada de cerca de 5,8 milhões.
Wiesbaden é uma das cidades termais mais antigas da Europa. O nome traduz-se para "banho prado", fazendo referência às fontes termais. Em tempos Wiesbaden teve 27 nascentes de água quente, quinze das quais ainda estão fluindo hoje.
Wiesbaden abriga um número de empresas internacionais, por exemplo, Abbott, CSC, Ferrari, Federal-Mogul, Melbourne IT, Norwegian Cruise Line e SCA e empresas alemãs, a SGL Carbon, Dyckerhoff, Kion e DBV-Winterthur e R + V Versicherung. Além do sector de serviços existente em Wiesbaden o "Industriepark Kalle-Albert" é um parque industrial na zona sul de Biebrich. Com mais de 80 empresas da indústria farmacêutica e da indústria química, incluindo a Agfa-Gevaert, a Clariant, Mitsubishi Chemical Corporation e Shin-Etsu Chemical.
Wiesbaden fica a cerca de 40 km de Frankfurt, cidade onde mora o nosso camarada Arlindo Ferreira Gonçalves.
O Fernando Fernandes tem também residência em Portugal, na pacata freguesia de Silgueiros de Bodiosa, Viseu.
Fernando Martins Fernandes
Nasceu no dia 8 de Fevereiro de 1948

2012

1970
O Martins Fernandes tinha a responsabilidade de gerir o depósito de géneros, a partir das ordens emanadas pelo ex-furriel Leandro Gonçalves.
Recebia os géneros alimentícios que provinham das colunas de reabastecimento, assim como os produtos locais, e os organizava e arrumava na devida arrecadação.
Mediante a listagem elaborada pelo Leandro Gonçalves, entregava aos cozinheiros os géneros alimentícios em função dos menus estabelecidos diariamente e em conformidade com as indicações da manutenção militar.
Zelava pelos produtos guardados afim de não se deteriorarem, e elaborava listas dos produtos em falta e dos produtos armazenados.

O Martins Fernandes conta-nos duas pequenas histórias:

- Certo dia o Sargento “Tufadas” apeteceu-lhe saborear um bom bife, logo de manhã, e veio ter comigo para lhe arranjar o petisco. Mediante a situação, não disse que não, até porque nas vésperas tinha chegado carne de vaca fresca para servir nas próximas refeições. Bom, o cozinheiro lá preparou o bife, cujo aroma chegou bem longe… e vem daí o Capitão, indagando tal situação.
Conclusão: eu, sem autorização superior não podia ter fornecido o petisco ao nosso 2º sargento, e o Capitão castigou-me, obrigando-me a participar numa operação de reconhecimento, com cerca de 20 km…carregando arma, cartucheiras e não sei que mais…
- No armazém guardavam-se, como é lógico, os pipos de vinho. Como o calor era muito, os pipos tinham que ficar sempre de pé, e serem regados com água, afim de, não abrir brechas devido à secura da madeira de que eram feitos. A parte de cima era sempre cheia de água, e as partes laterais molhadas. Certo dia um grupo de indígenas tombaram-me um dos pipos e eu não me apercebi. Pouco tempo depois, o Capitão fez uma visita à arrecadação de géneros alimentícios e encontrou o tal pipo deitado, já a verter vinho por todos os lados… E, azar o meu…mais um castigo idêntico ao anterior!!!


O Martins Fernandes está reformado por invalidez desde 2011. Antes da vida militar era estampador profissional de tecidos. Passados cinco meses depois de passar à disponibilidade, emigrou para a Alemanha, tendo sido técnico-trabalhador de produtos químicos.

É pai de um rapaz e de uma rapariga e avô de uma neta.

Um abraço do Martins Fernandes para a família Dulombiana.

 Fernandes e Maciel 

Fernandes e Leandro Gonçalves 
No restaurante…

 Fernandes e condutor Faria 
Ora descubram lá onde está o Fernando Fernandes!


NOTA - O Fernando Martins Fernandes também pode ser visualizado em fotos, nos seguintes Posts: 242, 269, 272, 275, 277, 293, 317, 319, 320, 349, 351, 377. 405 e 419.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

P434: EM FEVEREIRO FAZEM ANOS



2 - Fernando Marques da Silva









4 - Albino Almeida Piedade









4 - Belarmino Vaz Pereira









8 - Jorge Manuel Silva Cunha









8 - Fernando Martins Fernandes









10 - Joaquim Jesus Alves









15 - José António Paiva Guimarães









15 - André Agostinho Correia






 23 - Armindo Conceição Ramos









23 - Gaspar Almeida Ribeiro









25 - António Pinto de Almeida








27 - David Coelho Jorge







 29 - Manuel Maciel Fernandes

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

P433: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DE HELDER BALÇA


Hélder Fernandes Balça, ex-alferes estagiário, colocado em Dulombi para tal fim, mora em Coimbra.
Um abraço do Hélder Balça para a família Dulombiana.

Hélder Balça
Nasceu no dia 12 de Junho de 1945

 Breve biografia do Hélder Balça

 “Quanto ao meu trajecto militar e de uma maneira muito resumida, fui para Mafra (EPI), em Agosto de 1970, depois da crise académica em Coimbra em 1969, onde faltei aos exames por contestação. Fiz a recruta de Agosto a Outubro e a especialidade para Comandantes de Companhia (CC) de Outubro a Dezembro. No dia 4 de Janeiro de 1971, voei para a Guiné a fim de fazer um estágio. Fui colocado no Dulombi como alferes, de onde saí nas vésperas de voar para o Continente. Regressado, fui graduado em tenente e voltei a Mafra para fazer o Curso para Comandantes de Companhia (CPC).
Em Agosto desse ano fui colocado no B. Caç 10, em Chaves, unidade a que fiquei a pertencer e onde comandei uma companhia. Em Outubro, fui para Santa Margarida formar a Companhia C. Caç 3483, pertencente ao B. Caç 3870, tendo rumado ao Leste de Angola em 27 de Janeiro de 1972. Lá me mantive, primeiro no Lungue – Bungo na abertura da estrada Luso Gago Coutinho, tendo volvidos cinco meses rodado para Henrique de Carvalho, hoje Saurimo e ficado na sede de Batalhão e Sector, em intervenção. A companhia regressou nos princípios de Maio de 1974 e eu e o 1º Sargento que ficamos na liquidatária, regressado em 29 de Junho. Tive a lamentar um morto em acidente de viação. Regressado, voltei aos estudos na Universidade de Coimbra que tinha interrompido e terminei o curso de engenharia civil em 18 de Dezembro de 1976. Daí para cá tenho exercido a actividade profissional, como empresário na área dos projectos e direcção de obras”.

Alferes Balça “baby sitter”

 Hélder Balça em funções operacionais

 Alferes Balça e  fur. Fonseca

NOTA - O ex-alferes Balça também pode ser visualizado nos seguintes Posts: 249, 296, 372, 404, 420 e 430

domingo, 20 de janeiro de 2013

P432: CONCURSO "ADIVINHA QUEM DANÇA"

 
Após o visionamento deste vídeo (clicar na seta que se encontra no canto inferior esquerdo da imagem) o primeiro concorrente que acertar:
  1. Nome completo do par de dançarinos;
  2. Local do evento;
  3. Âmbito em que se realizou;
  4. Local da Guiné onde o elemento masculino prestou o seu serviço militar,  
ganha um almoço no RESTAURANTE PROA, em Matosinhos.
Para tal basta enviar um mail para: fernandobarata@hotmail.com respondendo aos quatro quesitos indicados.
O Concurso termina às 00H00 de 1 de Fevereiro.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

P431: RELÍQUIA FOTOGRÁFICA DO ANTÓNIO CUNHA


António da Silva Cunha, ex-soldado condutor pertencente à Companhia de Caçadores 2700, reside actualmente em Mascotelos, Guimarães.

António Cunha
Nasceu no dia 28 de Abril de 1948

O António Cunha teve como unidade mobilizadora o Regimento de Infantaria Nº 2, aquartelado na cidade de Abrantes e estava enquadrado no Batalhão de Caçadores 2912.
No dia 24 de Abril de 1970, embarcado no navio “Carvalho Araújo”, largou da Gare Marítima de Alcântara, com destino à Guiné.
O António Cunha, sendo “Amparo de Mãe”, mesmo assim, foi mobilizado para cumprir o serviço militar no Ultramar. O seu pai faleceu quando tinha 16 anos de idade e a sua mãe, já sexagenária, trabalhava numa quinta alugada. O António Cunha era a única pessoa que ajudava a mãe no seu sustento. Mesmo assim, depois de uma visita da “Comissão Técnica”, para definir o estatuto do António Cunha, esta indeferiu o pedido de não mobilização. Com receio de demorar muito tempo o recurso a que tinha direito sobre esta decisão da “Comissão Técnica”, o António Cunha decidiu nada fazer e seguiu, então, o seu destino.
Durante a viagem, e talvez por ser “Amparo de Mãe”, o António Cunha narra:
“A certa altura o Sargento «Tufadas» veio ter comigo e disse-me se eu queria ficar em Bissau como condutor mecânico ou se queria ir para Dulombi como padeiro. Claro que optei pela 1.ª proposta.
Apenas estive 3 dias com a Companhia, nos Adidos, e recebi logo “Guia de Marcha” para me apresentar no Quartel-general.
Fui condutor particular, durante toda a Comissão, do então Tenente-coronel Mário Firmino Miguel.
Sabia de toda a situação da minha Companhia mobilizadora. Estava sempre atento ao que se passava em Dulombi, já que a minha situação privilegiada o permitia, pois tinha acesso às salas de Comando operacional do meu Tenente-coronel.
Regressei à Metrópole em Maio de 1972”.

O António Cunha era 2.º primo do nosso saudoso camarada José da Silva Ribeiro (padeiro), que morava em Tabuadelo, Guimarães.
O António Cunha mora a 850 metros do nosso condutor Fernando Rodrigues. São amigos e, por tal motivo, o António Cunha já participou num dos nossos convívios, na altura a convite do Rodrigues e do José Ribeiro, encontro esse realizado na Mealhada, no dia 1 de Maio de 1999.

Actualmente, o António Cunha encontra-se na situação de reformado como Empresário da construção civil.
É pai de dois rapazes e uma rapariga.

Um abraço do António Cunha para a família Dulombiana.





António Cunha