quinta-feira, 1 de setembro de 2022

P909: SETEMBRO - ANIVERSÁRIOS

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixtbnEidcJv7d1xvpsp89A6rW9uPNX-hKJqI9PrVIiTkxsVjGN1DOtC2ejcAXw98i-FNt-UvVJZ7NYxLgmvYd-FhVdFZkUohaOidLNLuGjjSPV6894YkUSD7EYKzoY5Zz7bTs4hpFODW0/s1600/francisco.jpg

8 - Eduardo Rosa Francisco



8 - Manuel Leitão Portugal










9 - Aníbal de Sousa Barros










10 - António Simões

12 -Alfredo Azevedo Pereira



 

 

 

14 - Carlos Oliveira Costa


15 - Manuel Parada










19 - Vítor Rodrigues










19 - António Barreira










24 - António Diogo










24 - João Baltazar Bilro










30 - Helder Coelho

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

P908: PISTA DE AVIAÇÃO DE DULOMBI

Com a devida vénia e felicitação pela brilhante narrativa transcrevo a saga da construção da Pista de Aviação de Dulombi, realizada pelo Rui Felício e da qual viemos a usufruiur a partir de Maio de 1970.


OS PÉS DE CHUMBO DO EXÉRCITO A CONSTRUIR AERODROMOS
( Ou… quem te manda a ti sapateiro tocar rabecão…)
Depois de mais de dois terços da comissão em que a CCAÇ 2405 se encontrou dispersa, sempre com pelo menos 3 Grupos de Combate destacados em tabancas circundantes a uma distância razoável de Galomaro onde estava a sede da Companhia, o pessoal foi finalmente reagrupado na tabanca de Dulombi.
Depois de ter construido um quartel em Galomaro e criado as condições de instalação, foi mandada para Dulombi onde nada existia.. Onde nunca tinha estado tropa estacionada…
E a poucos meses do fim da comissão foi necessário recomeçar tudo de novo.
Edificou-se o bunker do Capitão, assim chamado por ser uma autêntica fortaleza de betão armado, de paredes e lajes duplas, à prova de qualquer tipo de projectil por mais potente que fosse.
Para o restante pessoal escavaram-se abrigos enterrados, cobertos de palmeiras e terra, e rasgaram-se variados percursos desenfiados, vulgo, valas de circulação entre abrigos.
Rodeou-se a tabanca de arame farpado duplo, protegido por uma densa rede de minas e armadilhas que o Alf.Mil Raposo espalhou como só ele sabia…
Montou-se debaixo de um enorme mangueiro existente no centro da tabanca, a messe de oficiais e sargentos e ao lado o armazém de viveres…
Sem grande protecção, diga-se…
Faltava, porém, uma obra importante!
Uma pista de aviação que possibilitasse a aterragem dos Dornier, que trariam correio e viveres frescos com assiduidade semanal.
Para além de que a vinda de meios aéreos de reabastecimento, diminuiria em muito o número de colunas de reabastecimento do Dulombi até Bafatá, com o cansaço e perigos inerentes.
Obtidas as autorizações necessárias à sua construção, iniciou-se o planeamento e execução.
Por determinação do Capitão, fui eu o escolhido para dirigir a construção.
Como se eu tivesse algum conhecimento de aviação ou de construção! Mas a tropa manda desenrascar…
Designei como meu adjunto o furriel Veiga ( de Transmissões ), que, como eu, não percebia nada daquilo….
Entusiasmado, sentei-me à mesa com a carta geográfica da zona e, em consonância com o Capitão, traçámos no mapa as linhas delimitadores da futura pista, que ficou definida como ficando paralela ao topo norte do quartel, no sentido Leste-Oeste.
Tinha a grande vantagem de a meio da pista existir uma lomba natural de terreno que, segundo os especialistas da Força Aérea que contactámos, era optima para amortecer a velocidade do avião durante a aterragem e auxiliar a sua subida durante a descolagem.
O Veiga começou de imediato a dirigir o arranque de árvores e desmatagem do terreno escolhido, alargando essa limpeza de árvores nos topos da pista para facilitar a aproximação das aeronaves.
Uma equipa foi designada para recolher, perto de uma fonte existente ali perto, o que pudesse de cascalho e pedra para compactação da pista.
Só quem conhece a Guiné imagina a dificuldade de cumprir esta tarefa…
Costumávamos dizer que a guerra acabaria, se os combates fossem obrigatóriamente à pedrada… Pois cedo se acabariam as munições, tal a escassez de pedras naquela terra.
Quando o terreno já se encontrava limpo e mais ou menos compactado com a passagem constante de camiões e máquinas por cima dele, quis ser eu pessoalmente a dirigir a marcação das bermas da pista…
No fundo, ia proceder à definição própriamente dita do seu desenho definitivo.
Já tinha calculado e recalculado na carta geográfica, os azimutes que serviriam de guia á implantação no terreno das linhas delimitadoras da pista.
Muito compenetrado do meu papel ( sinto me meio ridiculo hoje ao recordar a minha cagança de então, convencido que era o maior….), mandei uns soldados fixarem no terreno duas estacas e coloquei-me no ponto de cota de origem que já antes tinha localizado no terreno.
Espreitei pela ranhura da pequena bussola militar, onde marquei o azimute préviamente calculado na carta, e mandei afastar para a esquerda e para a direita as estacas espetadas no chão mais à frente.
Até que, com ar de mais inteligente que os outros, rematei:
- Pronto! As duas primeiras estacas já estão alinhadas….. Agora coloquem mais duas a seguir àquelas e eu e esta bussola, definirei a sua localização alinhada e exacta….E assim sucessivamente até ao fim da pista!
Notei que um dos soldados que me ajudavam nesta tarefa, olhava para mim com uma expressão de incredulidade.
Era o Rio, soldado do Grupo de Combate do Alf.Mil.Raposo, que na vida civil era pedreiro e que por infelicidade dele não tinha concluido sequer a 4ª classe….
Perguntei-lhe:
- Diz lá Oh Rio… Parece que queres dizer alguma coisa, ou não?
Disse-me:
- O meu alferes desculpe, mas acho que estamos com um trabalho do caraças, quando era muito mais fácil esticar um cordel entre a primeira estaca e outra no fim da pista e marcar no chão o risco que seria a berma.
E continuou:
- O meu alferes só tem que dizer onde quer que a pista comece e onde quer que ela acabe… Depois estica-se o cordel…
Sorri condescendente e retorqui:
- Oh Rio, és um gajo porreiro, mas não te ofendas.. Estas coisas de azimutes e coisas assim, tu não percebes nada disso.. E isso de esticar o cordel pode servir para trabalhos simples, mas não te esqueças que isto é uma pista de aviação!
Continuei pois com o trabalho como eu achava que devia ser feito.
O Rio, disciplinado como era, não voltou a fazer mais comentários.
E chegou o grande dia!
Quando eu dei por concluida a “obra”, o Capitão pediu a Bissau que mandasse um avião inspeccionar a pista e aprová-la para futuros voos regulares.
No dia seguinte, com alguma ansiedade, vimos um Dornier sobrevoar o Dulombi, e depois de duas ou três voltas, disse que ia aterrar, pedindo que o responsável pela construção daquela obra prima se aproximasse do avião para com ele levantar voo de novo…
Logo que aterrou, aproximei-me do Dornier que, ainda com o motor a trabalhar, me aguardava.
Abri a porta e sentei-me ao lado do piloto ( era o Sargento Honório, de origem caboverdeana e tido como um dos melhores da Força Aérea da Guiné ).
Estendeu-me a mão, e perguntou-me de chofre, com ar de gozo:
- O meu alferes é que é o autor deste “aeroporto”?
Respondi-lhe que sim, ainda orgulhoso e convencido de ter feito um excelente trabalho.
Continuou, rindo:
- Já lhe vou mostrar isto visto de cima. Mas já o vou avisando que bem pode limpar as mãos à parede….
Não foi preciso dizer-me mais nada nem subir muito alto…
À medida que o avião ia subindo, reparei no desenho da pista perfeitamente visivel lá de cima.
O traçado ia a direito até ao sitio onde existia a tal lomba de que falei ao principio.
Depois disso, desviava-se considerávelmente do traçado inicial, fazendo uma declinação de alguns 30 graus para a direita.
Dito de outra forma, aquilo que deveria ser uma linha recta, era de facto um L mal desenhado…
Fiquei descoroçoado….e perguntei-lhe:
- E agora… Temos que refazer tudo e corrigir o erro, não é?
Ele disse:
- Nada disso, a Força Aérea aterra em qualquer sitio! Não se preocupe….
Vai ver agora na aterragem, o que eu vou fazer….O avião percorre metade da pista e a meio só tenho que lhe dar um cheirinho para a direita…
Desconheço se a pista ainda existe….
Mas a verdade é que mesmo torta ela foi de grande utilidade, e os aviões aterravam lá uma vez por semana…
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E aprendi uma lição para o resto da vida:
A mais simples opinião de um analfabeto nunca deve ser desprezada…
Ela contém sempre algo de experimental que o conhecimento da escola nos não dá…
E a experimentação pode conter formas expeditas de resolver os problemas, muitas vezes mais inteligentes que as elaboradas formas cientificas estudadas nos gabinetes..
Rui Felicio

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

P907: MUSEU DA GUERRA COLONIAL

Principalmente para os nossos camaradas do Norte (e são a maioria esmagadora) aqui vai uma indicação de passeio de Verão, sugerida pelo famalicense Alfredo Sá e que eu corroboro em absoluto: uma visita ao Museu da Guerra Colonial que se situa em Ribeirão, freguesia do concelho de Famalicão.

Seguem-se os dados principais extraídos da página da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

Museu da Guerra Colonial - Lago Discount, Lote 35 A - Ribeirão

Horário: Terça a sexta, das 10h00 às 17h30 - Sábado: 14h30 às 17h30. Domingo (sob marcação).
Encerra às segundas e feriados nacionais, sábado de Páscoa, 24 e 31 dezembro

Entrada Livre

O Museu da Guerra Colonial mais do que um espaço museológico, é um local que pretende transmitir ao visitante um real conhecimento sobre este período da História de Portugal, contado por quem a viveu e sentiu na primeira pessoa. A exposição permanente retrata o itinerário do combatente português na Guerra Colonial (1961-1974), abordando as temáticas d’O Embarque; O Dia-a-Dia; As Operações Militares; Os Nativos; A Ação Social e Psicológica; A Religiosidade; Os Horrores da Guerra; A Morte; A Correspondência e as Madrinhas de Guerra.
Todo o acervo museológico foi cedido ou doado por antigos combatentes ou seus familiares, Delegações da Associação dos Deficientes das Forças Armadas e pelos vários ramos das Forças Armadas Portuguesas.
O visitante poderá ainda ver os objetos usados pelos nossos Militares, como Baús da Guerra (objetos pessoais, alimentação, vestuário), Fardamentos e Equipamento Militar (torres de transmissões, paraquedas, capacetes, armas), e Veículos de Guerra.

Missão
Promover a compreensão da história e do impacto da guerra colonial nas suas dimensões pessoal, nacional e internacional, com ênfase na experiência humana.

Objetivos
1. Promover a consciência para os valores da paz e da não violência;
2. Valorizar a memória da guerra colonial no contexto individual e coletivo;
3. Incrementar, de forma coerente, a coleção do museu;
4. Difundir o conhecimento sobre a coleção;
5. Promover o museu como uma instituição eficaz, responsável e transparente na transmissão da temática “guerra colonial”.

museuguerracolonial@adfa.org.pt

P906: ALÔ DAQUI FALA O LEMOS

                                                                      JULHO 2022 

 1 - Francisco Teixeira Pinto, ex-soldado atirador do 4.º pelotão e com o n.º 74 da lista dos combatentes, reside em Amarante, distrito do Porto. Em Amarante podemos visitar a Igreja de S. Gonçalo, o Museu Municipal Amadeo de Souza Cardoso e a Ponte de S. Gonçalo, entre outras belezas desta região. No dia do seu aniversário – 2 de julho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde. A sua esposa, D. Maria José, cuja doença denominada Machado Joseph a colocou numa cadeira de rodas acerca de cinco anos, continua estável. No próximo convívio, o Francisco terá que vir demonstrar as suas habilidades no cavaquinho e na guitarra clássica, já que está “barra”, principalmente na guitarra clássica.

2 - Fernando Alves Rodrigues, ex-condutor auto e com o n.º 63 da lista dos combatentes, reside em Guimarães, distrito de Braga. No dia do seu aniversário – 4 de julho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, assim como a sua esposa D. Fernanda. 

3 - Alfredo Lopes Ribeiro, ex-soldado atirador do 2.º pelotão e com o n.º 14 da lista dos combatentes, reside em Riba de Ave, distrito de Braga. No dia do seu aniversário – 7 de julho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está relativamente bem de saúde, assim como a sua esposa D. Goreti. O Alfredo Ribeiro contraiu a denominada “zona” ou “herpes zóster”, conforme noticiado há dois anos, e as consequências foram uma grande perda de visão no olho direito. O Alfredo continua com consultas de rotina de oncologia, depois de ter feito uma operação ao intestino. Desejamos ao Alfredo a continuação das melhoras de todas estas contrariedades.

4 - Miguel Carvalho Teixeira, ex-soldado atirador do 4.º pelotão e com o n.º 141 da lista dos combatentes reside em Amarante, distrito do Porto. No dia do seu aniversário – 14 de julho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, assim como a sua esposa D. Adelaide.  

5 - Arão de Freitas Simões, ex-furriel do Quadro Permanente na qualidade de atirador de Infantaria e com o n.º 1 da lista dos combatentes, reside em Braga. O Arão reformou-se com a patente de capitão. Ficou em Bissau como delegado do Batalhão e nomeadamente da Companhia 2700. Relativamente à saúde, o Arão tem má circulação (40%), em uma das pernas e, por tal motivo, usa canadianas que, infelizmente, será para toda a vida, visto que não pode ser operado. Continua a fazer fisioterapia em intervalos regulares. No dia do seu aniversário – 25 de julho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns dos seus 87 anos. Encontra-se relativamente bem de saúde, assim como a sua esposa D. Emília. 

6 - Leandro José Rosado Gonçalves, ex-furriel vagomestre e com o nº 120 da lista dos combatentes, reside em Ponte de Sor, distrito de Portalegre.No dia do seu aniversário – 28 de julho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns pelas suas 75 primaveras. Está bem de saúde, apesar de ter artrite reumatoide, doença autoimune. A sua esposa, D. Arlete, também continua bem de saúde.

domingo, 31 de julho de 2022

P905: AGOSTO - ANIVERSÁRIOS

 

 02 - Bernardo Franco





 



 
 
 
04 - Arlindo Gonçalves



09 - Tancredo Pedroso
 









   
 
15 - Belmiro Moreira

24 - António Reis Guerreiro




26 - António Francisco de Almeida
 










 
 
27 - António Madureira







 
 
 
 
 
28 - José Guerra





 
 
 
 
 
 
 
 
31 - José Silva Santos

segunda-feira, 4 de julho de 2022

P904: ALÔ DAQUI FALA O LEMOS

                                                        JUNHO 2022

 1 - Manuel Maria Rodrigues Barreiros, ex-soldado das transmissões e com o n.º 137 da lista dos combatentes, reside em São Miguel do Rio Torto, Abrantes, distrito de Santarém. No dia do seu aniversário – 2 de junho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Elvira que também recebeu os meus parabéns de aniversário, já que o casal faz anos no mesmo dia! Festa dupla!

 

2 - Serafim Martins Marques Carneiro, ex-soldado atirador de rendição individual sem pelotão definido e com o n.º 181 da lista dos combatentes, encontra-se internado na Fundação Lar Evangélico, em Águas Santas, Maia, distrito do Porto.

No dia do seu aniversário – 3 de junho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, apesar do seu problema de foro psiquiátrico.

 

3 - Joaquim Neiva Sampaio, ex-soldado atirador do 1.º pelotão e com o n.º 96 da lista dos combatentes reside nas Antas, Esposende, distrito de Braga.

No dia do seu aniversário – 6 de junho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Atendeu-me a sua filha Joana, pois o pai não estava no momento. O Sampaio anda bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Maria Almeida, segundo informações da sua filha Joana. Por coincidência, há 4 anos que não consigo falar directamente com o Sampaio. Ora me atende a filha, ora me atende o neto.

 

4 - Vitor Barroso de Veras, ex-soldado atirador do 2.º pelotão e com o n.º 152 da lista dos combatentes, reside em Covelo do Gerez, Montalegre, distrito de Vila Real.

O concelho de Montalegre é, com Boticas, um dos dois concelhos do Barroso. Um pouco mais de 26,25% da superfície do concelho faz parte do Parque Nacional da Peneda-Gerês, sendo dos concelhos que o integram aquele que contribui com maior área para o Parque (21 174 ha, ou 211,74 km²).

No dia do seu aniversário – 10 de junho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. 

O Veras encontra-se bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Deolinda. 

 

5 - Manuel António Cruz Torre, ex-soldado cozinheiro e com o nº 126 da lista dos combatentes, reside em S. Romão de Neiva, distrito de Viana do Castelo.

Em S. Romão de Neiva pudemos visitar: Mosteiro de S. Romão de Neiva, Mamoa da Gandra e da Pedreira, dólmen da Pedreira, menir de Forjães e do Castelo, a ponte medieval, uma sepultura medieval, várias capelas, etc.

No dia do seu aniversário – 12 de junho de 2022 - telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Alice.

 

           6 - João Teixeira Pedrosa, ex-soldado atirador do 2.º pelotão e com o n.º 91 da lista dos combatentes, reside em Alhandra, município de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa.

Podemos visitar em Alhandra: Casa Museu Dr. Sousa Martins, Coreto de Alhandra, Teatro Salvador Marques, Praça Soeiro Pereira Gomes e a Igreja Matriz.

No dia de seu aniversário – 20 de junho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Maria Fernanda.

 

7 - José Marques Miranda, ex-soldado atirador do 3.º pelotão e com o n.º 116 da lista dos combatentes, reside em São Clemente de Sande, Guimarães, distrito de Braga. Oficialmente: União das Freguesias de Sande Vila Nova e Sande São Clemente sendo uma freguesia portuguesa do município de Guimarães.

No dia do seu aniversário – 22 de junho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Aurora. 

O Miranda, este ano, alterou o número do seu telefone fixo. A lista dos combatentes da 2700 está, assim, actualizada.

 

8 - António da Silva Soares, ex-1.º cabo radiotelegrafista e com o n.º 24 da lista dos combatentes, reside em Fiães, município de Santa Maria da Feira, distrito de Aveiro.

No dia do seu aniversário – 22 de junho de 2022 - telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Lúcia. 

 

9 - Manuel Fernando Cardoso de Almeida, ex-soldado atirador do 3.º pelotão e com o n.º 130 da lista dos combatentes, reside em Fontelheiros, Vila do Conde, distrito do Porto.

No dia do seu aniversário – 27 de junho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 73 primaveras. Está relativamente bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Laurinda. 

O Cardoso em fevereiro de 2020 teve um pequeno enfarte do miocárdio. Foi hospitalizado no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, onde fez os tratamentos necessários e teve alta após 10 dias. Em 2022 continua em tratamentos para ter uma melhor qualidade de vida.

O Cardoso Almeida também está de parabéns por ser bisavô: tem 2 filhas e 2 filhos, 4 netas e 4 netos, e tem 1 bisneta com 15 anos e 4 bisnetos respectivamente com 1, 3, 12 e 14 anos. 

 

10 - Ramiro Jesus Oliveira, ex-1º cabo atirador do 4.º pelotão e com o n.º 143 da lista dos combatentes, reside em Parceiros, distrito de Leiria.No dia do seu aniversário – 27 de junho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Maria Emília.

 

11 - António Augusto Oliveira Barros, ex-alferes atirador do 4.º pelotão e com o n.º 22 da lista dos combatentes, reside em Oliveira do Douro, distrito do Porto. No dia do seu aniversário – 28 de junho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 75 primaveras. Está bem de saúde.

 

12 - Francisco Jorge Coutinho Pinheiro, ex-soldado atirador do 1.º pelotão e com o n.º 73 da lista dos combatentes, reside na Flórida, U. S. A. No dia do seu aniversário – 30 de junho de 2022 - telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Odete.

 

13 - João Maria Pauleta Rico, ex-furriel das transmissões e com o n.º 89 da lista dos combatentes, reside em Abrantes, distrito de Santarém. Em Abrantes localiza-se a Tejo-Energia, com uma central termoelétrica no Pego, sendo a maior empresa do distrito de Santarém. No dia do seu aniversário – 30 de junho de 2022 – telefonei-lhe para lhe dar os parabéns, pelas suas 74 primaveras. Está bem de saúde, assim como a sua esposa, D. Celestina.

quinta-feira, 30 de junho de 2022

P903: JULHO - ANIVERSÁRIOS


2 - Francisco Teixeira Pinto


4 - Fernando Rodrigues









7 - Alfredo Lopes Ribeiro










14 - Miguel Carvalho Teixeira










25 - Arão de Freitas Simões









28 - Leandro Gonçalves

 

sábado, 18 de junho de 2022

P902 : ENCOSTA DA CERCA

Obrigado, Firmino Rocha, por, nestes tempos de canícula, me teres proporcionado semelhante refrigério.




quarta-feira, 15 de junho de 2022

P901: OUTRAS HISTÓRIAS

Quase sempre que marca presença nos nossos Encontros o nosso Comandante, Coronel Carlos Gomes, desloca-se de Lisboa até Coimbra, utilizando como meio de transporte o comboio. Aqui o aguardo e lá partimos nós rumo ao local da nossa concentração.

Durante a viagem, tempo para conversarmos sobre os mais diversos temas, que vão desde a actualidade política, futebol, maleitas que nos apoquentam até a incidências durante aqueles 23 meses de Guiné.

Numa dessas viagens fui surpreendido com o que para mim foi uma grande surpresa.

Revelou-me que durante o período em que estivemos em Bissau, isto é, entre 1 e 4 de Maio teve uma reunião com o General Spínola, tendo este prometido, ao nosso Capitão, que a nossa Companhia estaria em Dulombi durante mais ou menos um ano regressando após essa data a Bissau.

Qual a razão de tal prémio?

Como sabeis, com a retirada da Companhia que se encontrava em Madina do Boé (retirada trágica, tendo falecido 47 militares afogados no rio Corubal) Dulombi passaria a ser a Companhia tampão em relação às investidas do inimigo proveniente da Guiné Conacri, visando ataques quer a Galomaro quer a Bafatá.

Perante este panorama, Spínola previa que nós passaríamos a ser frequentemente flagelados bem como atacados tendo assim vida extremamente difícil rapidamente chegando à exaustão pelo que ao fim de um ano de comissão teríamos que ser rendidos e vir recuperar para o "paraíso" de Bissau.

É minha convicção que para tal não ter acontecido, pois estoicamente aguentámos os 23 meses em Dulombi, se deveu ao facto, de logo, no início o nosso Comandante não "ter brincado em serviço", cumprindo rigorosamente, de 15 em 15 dias, as operações pré-estabelecidas, bem como nos intervalos termos procedido a pequenos patrulhamentos e tal procedimento terá colocado os guerrilheiros do PAIGV na retranca, pois certamente teriam informação das nossas actividades.

E lá se foi o anito de férias em Bissau!!!