quinta-feira, 6 de outubro de 2011

P263: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO ALCINO SOUSA

         Alcino da Silva e Sousa, ex-soldado atirador do 4.º pelotão, sob o comando do alferes Barros, mora na Vila Boa do Bispo.
Vila Boa do Bispo é uma freguesia do concelho de Marco de Canaveses, com 11,71 km² de área.

Desde 2010, goza a sua reforma, tendo exercido a profissão de cervejeiro na empresa Unicer – Matosinhos. Dedica-se, entre outros passatempos, à agricultura caseira.

Tem dois filhos e um neto.

Um abraço do Alcino para todos os Dulombianos.
O Alcino, com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 12 de Abril de 2011.


2011

1971



Comemorando o aniversário do alferes Barros.
Da esquerda para a direita: Alcino Sousa, Delmar Sobreira “Faiões” de Chaves, Manuel Costa, 4.º André Agostinho Correia e Fernando Silva. De pé, o alferes Barros.
Da direita para a esquerda: Valdemar, Pratas, Queiroz Fernandes, Brilha, Vaz Pereira, Nuno Martins e fur. Maricato.


Em pé: Fernandino Almeida, de Paços de Arcos, Miguel Teixeira, de Amarante, Marinho das Transmissões, Fernando M. da Silva “Cangalheiro” e o “Judeu”.
Á frente: o “major” Cunha, José Augusto Sousa, da Amadora, Alcino Sousa, Brito e o “Capelão” Ramiro.

O 4.º pelotão


Da esquerda para a direita: o “Bolinhas” (falecido), Brito, Judeu (falecido), Fernandino Almeida, “Arouca”, José Monteiro (falecido) e o Marinho Alves.
Á frente: desconhecido e o Alcino.


Maria Baldé, bajuda e lavadeira de Dulombi.



Furriel Rico, José Augusto de Sousa, Vila Franca, enf. Santos, Alcino, Ferreira, Terraço e Jerónimo Teixeira.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

P262: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO ALFREDO SÁ

          Alfredo Adão Freitas de Sá, ex-soldado condutor, mora em Calendário, Famalicão.
Além de se encontrar na reforma desde 2009 como técnico da construção civil, exerce a actividade de dirigente do Sindicato da Construção Civil a Norte do Rio Douro, ocupando-lhe todo o tempo disponível, inclusive, por vezes, Sábados e Domingos.

É pai de 1 filha e avô de 2 netos.

Continuamos com o tema proposto no Post 240 e esperamos que a continuidade seja duradoura. O Adão Sá gentilmente cedeu algumas das suas “relíquias fotográficas” para publicação no nosso Blog.

Um abraço do Adão Sá para todos os Dulombianos.

O Adão Sá, com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 8 de Abril de 2011.

1971









2011



OPERAÇÃO "LIGEIROS QUADROS"

Aconteceu no dia 10 de Agosto de 1970, numa patrulha à região de Jifim. Próximo daquele local foi accionada uma mina anti-carro, pelo rodado traseiro de um Unimog 404, conduzido pelo condutor Alfredo Sá.
Deste primeiro momento negro vivido pela nossa Companhia resultou a morte do 1º cabo António Carrasqueira e mais quatro milícias, além de vários feridos, (ver Post nº 245).
A coluna constituída por 5 Unimogs saiu do acampamento de Dulombi por volta das 6 horas da manhã, já dia nas terras de Dulombi. A coluna auto transportada seguia o seu destino quando, repentinamente, se houve um enorme estrondo. O Unimog do Alfredo Sá tinha sido atingido por uma mina anti-carro. O Alfredo Sá foi projectado a cerca de 10 metros de distância do local do accionamento da mina, mas ficou consciente. A primeira coisa que se lembrou foi percorrer todo o corpo com as mãos para se certificar se estava ferido. No fim da inspecção estava com as mãos cheias de sangue.
Onde será o meu ferimento?
Pensa o Sá…
Mas logo viu uma perna solta de um infeliz milícia, cortada pelo impacto da mina, a gotejar em cima do seu corpo. Logo a afastou…
Não tinha ferimentos. O sangue era dessa perna.
Recebeu ordens imediatas dos seus superiores para todos ficarem nos lugares onde se encontravam. Era preciso fazer o reconhecimento do local, pois podia haver minas anti-pessoais no local do rebentamento da mina anti-carro.
Depois deste reconhecimento, as ordens foram para transportarem os feridos e os mortos para os outros Unimogs e organizar o regresso imediato da coluna militarizada para Dulombi, onde chegaram perto das 10 horas da manhã.
O Alfredo Sá foi posteriormente internado na enfermaria da CCS, em Galomaro, onde foi submetido a um tratamento psicológico com fármacos apropriados. Sem esses medicamentos, não conseguia dormir, sonhando persistentemente com o incidente. Por tal motivo, e submetido ao tratamento durante cerca de 10 dias, passou quase todo esse tempo a dormir…
Não mais lhe foi distribuída nenhuma viatura. Chegou a se deslocar a Bissau para participar num estágio para a condução das Berliets, mas como ainda estava afectado psicologicamente, foi dispensado.
Ocasionalmente, e durante o resto da Comissão, substituía um ou outro condutor nas suas tarefas, assim como passou a ser ajudante de mecânica, na oficina auto, ajudando o Rosas, o Victor e o Santos nos seus trabalhos profissionais.
Conta o Sá que, pouco tempo depois de chagar à Metrópole, foi assistir à Romaria de Nossa Senhora dos Remédios em Calendário, Famalicão, e, na altura em que estoirou um foguete, por instinto atirou-se imediatamente para o chão, por detrás de um cruzeiro, magoando-se inclusive nos cotovelos. Depois veio à realidade, mas foi chacota de todo o mundo, com largos sorrisos dos presentes…
Aconteceu-lhe uma segunda vez, nas Festas Antoninas, em Famalicão.
Mas pouco a pouco foi recuperando, e hoje sente-se bem.
Mas devido ao trama da mina, ainda no presente sonha com a Guiné, pensado que está a ser convocado para uma nova Comissão.
Enfim, aqueles traumas que os psicólogos denunciam.
E é a verdade, que muitos não acreditam…


José Costa, enfermeiro Gaspar e Sá, em pleno convívio musical.


Preparando um delicioso petisco: pernas de rã. Maia da Cunha, enfermeiro Cunha, Sá e Ramos.


Mais uma patuscada.
Uma das raras fotos onde aparece o 1.º cabo condutor Amaral.
Rodrigues a cortar o leitão,  Alfredo Sá,  Amaral, ajudante do vagomestre e Marinho “Professor”.


As célebres patuscadas na oficina-auto
Na imagem podemos visualizar uma série de condutores e mecânicos, assim como o Capitão e o furriel Lemos. Como na presidência está também o condutor Calado, presume-se que este é o aniversariante.


Mais um aniversário, provavelmente, do mecânico Rosas, por se encontrar na mesa da presidência completada pelo alf. Correia e furrriel Lemos.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

P261: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO MANUEL AZEVEDO

          Manuel da Silva Azevedo, ex-1.º cabo atirador do 2.º pelotão, sob o comando do alferes Barata, mora em Fradelos (Vila Nova de Famalicão).
Está reformado desde 2007, como afinador de máquinas de costura industriais.

Passa os seus tempos livres dedicando-se à criação de pássaros, nomeadamente, caturras, mandarins, canários e rolas, assim como se entrega a pequenas manutenções e arranjos domésticos, tanto na sua própria residência como também na de familiares e amigos. Por vezes pega na sua viola onde dedilha algumas das suas canções preferidas.
É pai de 2 filhos e avô de 4 netos.

Continuamos com o tema proposto no Post 240 e esperamos que a continuidade seja duradoura. O Azevedo gentilmente cedeu algumas das suas “relíquias fotográficas” para publicação no nosso Blog.

Um abraço do Azevedo para todos os Dulombianos.

O Azevedo, com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 24 de Maio de 2011.

20111971

O Azevedo posando junto à sua residência, em Fradelos


1.º Cabo Manuel Azevedo


Dulombi 10-11-71:
“Com a minha metralhadora que pesa 17 kg e ainda mais o peso das fitas que tenho à cinta”

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

P260: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO CARDOSO DE ALMEIDA

        Manuel Fernando Cardoso de Almeida, ex-soldado atirador do 3.º pelotão, sob o comando do alferes Ravasco, mora actualmente em Outeiro Maior (Vila do Conde).

Além de ser empresário da construção civil também é presidente da Junta de freguesia de Outeiro Maior, reeleito nas eleições autárquicas de 2009 pela 4.ª vez. Portanto, é presidente da dita Junta desde 1998.

É pai de 4 filhos, avô de 8 netos e bisavô de 3 bisnetos.

Continuamos com o tema proposto no Post 240 e esperamos que a continuidade seja duradoura. O Almeida gentilmente cedeu algumas das suas “relíquias fotográficas” para publicação no nosso Blog.

Um abraço do Almeida para todos os Dulombianos.
O Almeida, com as suas 62 primaveras, comemoradas no dia 27 de Junho de 2011.


1971
2011













O Almeida integrou a Companhia, a 1 de Novembro de 1970, onde chegou por rendição individual, sendo incorporado no 3.º pelotão.


A empresa do Almeida


O Almeida na cozinha dos Comandos, em Bissau



À sombra da bananeira...


Fernando Fernandes, condutor Rodrigues (de pé),Alfredo Ribeiro, Jeremias Oliveira, Almeida, Pinheiro, cozinheiro Torre, Mestre, mecânico Santos. Debaixo das mesas, um cão aproveita as sobras…


Reconhecemos o condutor Vieira ladeado pelo enfermeiro Gaspar e pelo Almeida. Apeado o Solcélio Mateus.

domingo, 25 de setembro de 2011

P259: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO FERNANDO RAMOS

          Fernando da Costa Ramos, ex-soldado atirador do 1.º pelotão, sob o comando do alferes Correia, mora em Árvore, Vila do Conde.

É empresário da Construção Civil.

Pai de 3 filhos (um deles, o Gil, aquele herói que no ano passado conseguiu chegar às portas de Dulombi, num Opel Astra - a célebre Chaimite) e avô de 2 netos.

Continuamos com o tema proposto no Post 240 e esperamos que a continuidade seja duradoura. O Ramos gentilmente cedeu algumas das suas “relíquias fotográficas” para publicação no nosso Blog.

Um abraço do Ramos para todos os Dulombianos.

O Ramos, com as suas 62 primaveras, comemoradas no dia 14 de Novembro de 2010.


1970

2011












O Ramos praticamente passou a Comissão na equipa de reordenamento da tabanca de Dulombi.

Participou nas equipas de construção das casernas, torreões de vigilância, enfermaria e cozinha, assim como na construção das moranças, especializado na arte de trolha e pedreiro.

Outrossim fez parte da equipa de manutenção destas estruturas, equipa essa constituída também pelo Armindo Ramos, Teixeira Pinto e Marques da Silva, todos trabalhando como carpinteiros.

Equipa de futebol do 1.º pelotão.
De pé: Euclides cozinheiro, “Mota”, Pinheiro, António Nunes e Ramos.
À frente: “Professor”, alf. Correia, Santos Correia e o “Vila Real”.


A “carecada” do Timóteo tendo como barbeiro o enfermeiro Cunha e ajudante de barbeiro o Ramos.


Torreão em construção
 Equipa de reordenamento com os ajudantes indígenas, assim como, o Ramos subindo as escadas.
No topo, o 1.º à esquerda é o Domingos Pires.


Uma das equipas de futebol de Dulombi
Em pé: Judeu, José Costa, João Marinho, “Fafe” e Terraço.
À frente: Quintas, Ramos e Marinho “Professor”.


Em pé: Maia da Cunha, indígena Alfa Baldé, furriel Timóteo, Torres (2.º pel.) e António Nunes
Á frente: Ramos, “Vila Real” e Anselmo Ferreira.


Furriel Timóteo “bem equipado” e o Ramos



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

P258: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO ANTÓNIO F. ALMEIDA

           António Francisco de Almeida, ex-soldado atirador do 1.º pelotão, sob o comando do alferes Correia, mora actualmente em Leça do Balio.
Empresário do ramo de Carpintaria, onde ainda passa os seus tempos, está actualmente reformado da profissão de carpinteiro, desde Maio de 2011.

É pai de 2 filhos.
Continuamos com o tema proposto no Post 240 e esperamos que a continuidade seja duradoura. O Almeida gentilmente cedeu algumas das suas “relíquias fotográficas” para publicação no nosso Blog.

Um abraço do Almeida para todos os Dulombianos.

O Almeida, com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 26 de Agosto de 2011.

1971










2011

O Almeida praticamente passou a Comissão na equipa de reordenamento da tabanca de Dulombi.

Participou nas equipas de construção das casernas, torreões de vigilância, enfermaria e cozinha, assim como na construção dos telhados das moranças.

Outrossim fez parte da equipa de manutenção destas estruturas, equipa essa constituída também pelo Armindo Ramos, Teixeira Pinto e Marques da Silva, todos trabalhando como carpinteiros.

Actualmente, é sócio da Firma António Francisco Almeida, Unipessoal, Lda.


A pocilga da Companhia, onde se criavam os porcos. De vez em quando eram soltos do seu aido, que se vê ao fundo e, desta vez, foi o Almeida o pastor.


Furriel Timóteo, Armindo Ramos, Almeida e Teixeira Pinto posando num torreão em construção.


Interessante foto do interior do abrigo subterrâneo n.º 7. Reparem no luxo da ventoinha.


O Almeida ladeado pelos enfermeiros Cunha e Gaspar


Na foto: O Almeida, o José Mestre tocando viola e o enfermeiro Gaspar. À frente: o Leitão e o Armindo Ramos. E ainda o Zarco, rebolando-se de contente.


Na primeira posição, o José Mestre, depois o Arlindo Gonçalves, Barbosa e na 4.ª , o Barros, na 5.ª , o falecido Luís Vasco Fernandes e na 6.ª , o Simões. À frente, o Almeida e um autóctone.


O Armindo Ramos, o Almeida e o Fernando da Costa Ramos, de Vila do Conde.


O Almeida e o Prata