quarta-feira, 14 de maio de 2014

P519: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO JOSÉ FRANCO


             José Bernardo Martins Franco, ex-soldado pertencente ao Batalhão de Engenharia, já se encontrava em Dulombi quando a nossa Companhia lá chegou. Ficou sob o comando do Furriel Maurício, estando a cumprir uma 2.ª Comissão. Tinha a especialidade de pedreiro.
O Franco mora em Lagoa, onde também residem os camaradas Pina Bentes e o Serafim Silva.

O José Franco nasceu no dia 2 de Agosto de 1945

Presentemente, o José Franco encontra-se na situação de reformado. Foi pedreiro e também empresário em diversas actividades, nomeadamente na distribuição de gás e vendas de materiais de construção.
É pai de 3 filhos.

           Um abraço do Bernardo Franco para todos os Dulombianos.


2013
1970


    Da esquerda para a direita, em pé: o Quintas, o Monteiro, falecido na emboscada das Duas Fontes, o Maciel, o João da Costa Marinho, e o Franco. Por fim, e de camuflado com boné, o Valdemar Ferreira.
            Da esquerda para a direita, à frente e sentados: o Vitor Rodrigues, o “Bolinhas”, soldado do 4.º pelotão falecido na emboscada de Duas Fontes, o José Augusto Sousa, o Terraço, e o Brito, de Monção, já falecido.
           Á frente, de boné e de braços cruzados, o Bilro.

 Furriel Maurício, soldado Franco e uma bajuda de Dulombi 

Franco e Alfredo Ribeiro

                                                    Dois lagoenses, Franco e Pina Bentes
A ave parece-me uma coruja.

                                        Franco, Terraço, Bilro, Vítor Rodrigues, Brito e Bolinhas.
 Por baixo o José Monteiro, como que suportando o peso da árvore.

                                Em primeiro plano: Vítor Rodrigues, Franco, Zarco, Cond. Rodrigues e Enf. Cunha.
De pé: Terraço, Enf. Gaspar e Brilha.

domingo, 11 de maio de 2014

quarta-feira, 7 de maio de 2014

P517: DUAS NOTAS SOBRE O NOSSO CONVÍVIO

Gostaria de destacar duas notas em relação ao nosso último Convívio:

1 - A merecida homenagem prestada ao jovem Helder Panóias.

A sua provecta idade aliada à grande distância a que se situa a Forte, Farta, Fria, Fiel e Formosa cidade da Guarda dos diversos locais em que se têm desenrolado os nossos encontros, seriam motivos mais que suficientes para aceitarmos a justificação para a sua ausência nos nossos encontros. No entanto, ano após ano, o jovem Panóias, seja em Barcelos, Fátima ou Folgosinho é um dos primeiros a aparecer no ponto de encontro sempre acompanhado pela sua bolsa onde religiosamente transporta aquelas saborosas castanhas que vão já fazendo uma liturgia das nossa ementas.
Justa, merecida e singela homenagem ao Decano da 2700.
Abraço de gratidão, ao Marinho e Maia da Cunha pela vossa lembrança.


2 - A presença das filhas do Azevedo Costa.

Já há tempos, um filho de um dos nossos membros (Fernando Ramos), pela vivacidade e emoção que seu pai lhe transmitia sempre que o ouvia falar sobre as suas aventuras em Dulombi, sentiu a necessidade de ir conhecer aquele local mágico. De tal forma ficou tocado que daqui resultou a Missão Dulombi. O seu meritório exercício é por todos nós sobejamente conhecido.
Ainda no que toca a filhos. Em Barcelos fomos surpreendidos com a presença das filhas do Joaquim Azevedo Costa.
O Joaquim faleceu passados 8 anos sobre a nossa vinda da Guiné (Agosto de 1980). Na altura deixou, dois rebentos com 5 e 6 anos. Assim, as memórias que tanto a Carla como a Sandra possuem de seu pai são diminutas, razão pela qual quiserem vir até nós e como que na montagem dum puzzle pretenderam auscultar, junto daqueles que mais de perto conviveram com o Costa, que testemunhos lhe poderiam dar sobre este.
Coube a tarefa ao Soares, "Taipas" e Maia da Cunha (membros do mesmo pelotão). Fiquei contente por saber que estes 3 elementos foram inexcedíveis e que contribuiram para ambas (Carla e Sandra) sairem de Barcelos felizes pelo que ouviram contado pelos nossos camaradas.
Há um facto que considero muito importante. Como todos se devem recordar, a maioria dos nossos camaradas que tinham alcunhas, essencialmente, advinham do local de nascimento (Matosinhos, Faiões, Fafe, Taipas, Vila Real, Vila Pouca, Mesquinhata, Arouca, etc.); da função exercida antes de terem assentado praça (cangalheiro e capelão);  do seu ar anafado (Bolinhas); da cor do cabelo (Russo) e só um, pela sua idiossincrasia: REGUILA.
Penso que isto diz tudo. O Azevedo Costa foi assim alcunhado como corolário da sua alegria contagiante e pelas brincadeiras com que, também, estava sempre a obsequiar os seus camaradas.
Termino, tirando o meu chapéu à mãe da Sandra e Carla, pois, todos nós imaginaremos as dificuldades por que terá passado para na flor da idade ver-se viúva, tendo ao colo duas filhas menores para criar. Mas valeu a pena.
Á Sandra e à Carla, peço que continuem a cultivar os valores humanos e esse sorriso "Reguila". Será a melhor forma de homenagearem e perpetuarem o nosso "Reguila".


quinta-feira, 1 de maio de 2014

P516: EM MAIO FAZEM ANOS


2 – João Fonseca Costa
7 – Luís da Cunha Pereira
9 – João Manuel Matos
10 – Jeremias G. Oliveira
10 – António Folhadela
11 – Júlio Machado
14 – Firmino Correia da Rocha

15 – Euclides Silva

16 – Joaquim Patão
23 – Manuel Faria “Fafe”
23 – Manuel R. Oliveira
24 – Manuel Silva Azevedo
26 – José Magalhães Pires
29 – José Manuel Costa
31 – João M. Costa Fernandes
31 – Henrique Rocha Soares