terça-feira, 12 de maio de 2015

P573: RESCALDO DAS RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS (VII PARTE)


As grandes viagens

Alhões foi uma freguesia do concelho de Cinfães. Extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa, tendo sido agregada às freguesias de Bustelo, Gralheira e Ramires, para formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Alhões, Bustelo, Gralheira e Ramires com a sede em Gralheira.
Mesquinhata foi uma freguesia do concelho de Baião. Extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa, tendo sido agregada à freguesia de Santa Leocádia, para formar uma nova freguesia denominada União das freguesias de Santa Leocádia e Mesquinhata com sede em Santa Leocádia.
Nestas 2 freguesias visitei o Carlos Fernando da Silva – o “Mesquinhata”, por terras de Baião. Depois de um 1.º encontro na sua residência fomos almoçar a Cinfães, linda vila do distrito de Viseu.
Seguimos em direcção a Alhões, onde encontrámos o Abílio Pontes no café local. Visitámos a pequena freguesia pelos seus caminhos sinuosos, casas antiquíssimas, a sua igreja e pequenos monumentos em granito. Terminámos a visita com um lanche na casa do Pontes, onde saboreámos petiscos locais.
Um abraço ao Carlos Silva e Abílio Pontes pelo convívio e participação nas RF’s.

Num belíssimo dia de Verão segui rumo a Macedo de Cavaleiros, uma cidade do distrito de Bragança, onde me encontrei com o Cândido Augusto Vila Franca, que já se encontrava à minha espera. Depois de uma visita pela cidade, fomos almoçar ao típico restaurante Choupana, mais conhecido por “5 Coroas”, para saborearmos a deliciosa posta à mirandesa…um manjar dos Deuses.

 Restaurante Choupana ou “5 Coroas”

Sentámo-nos e pedimos a posta, enquanto o cheiro da lenha a queimar na cozinha percorria a sala, dando combustível à alma…

Para terem uma pequena noção do seu tamanho...   

Depois do repasto, seguimos viagem até Macedo de Cavaleiros onde visitámos a cidade. Mais tarde, seguimos rumo à sede da Banda 25 de Março, em Lamas de Podence, para tomarmos um cafezinho, e onde o Vila Franca tem vários familiares pertencentes à banda.

Banda 25 deMarço
Ainda tivemos tempo de dar umas voltas pelos arredores da cidade e conhecer as quintas, pomares e terrenos de cultivo do Vila Franca

Segui depois rumo a Sendim, para visitar o nosso camarada Domingos Manuel Pires, 1.º cabo de Engenharia.
Encontrei-o na sua empresa de materiais de construção, onde fui recebido com muita simpatia.
Na sua residência, conversámos à mesa, recheada com petiscos da região, e onde tratamos das suas RF’s.
Pernoitei em Sendim, no Hotel “O Encontro”. A noite foi recheada de um bom espectáculo pelo circo Cardinal, que estava presente em Sendim.
De manhã segui rumo à cidade de Miranda do Douro, que fica a cerca de 23 km de Sendim. Depois do almoço e visita à cidade, voltei a Sendim para me despedir do Pires e segui rumo ao Porto.
Um abraço ao Vila Franca e Domingos Pires pelo convívio e participação nas RF’s.

Mais uma viagem pelo Norte, desta vez até à Região de Chaves, bonita cidade do distrito de Vila Real.
Á minha espera encontrava-se o Elias dos Anjos Rodrigues, com residência na freguesia de Vale de Anta.
Fomos recebidos com muita simpatia, tanto pelo Elias como pela sua esposa D. Júlia, que logo nos convidaram para almoçar e pernoitar. Depois de uma visita pelas instalações quase desactivadas da sua enorme casa de lavoura, seguimos rumo a Soutelo, outra freguesia do concelho de Chaves, e que fica apenas a 3.200 metros de distância, local onde o Jeremias Granjo Oliveira tem residência.
Encontramos o Jeremias, nas suas lides de lavoura. O Jeremias teve a amabilidade de interromper o seu trabalho para dialogarmos um pouco e, assim, recolhermos as suas RF’s para o nosso Blogue.

Elias na sua residência

Adega do Elias: vai uma fatia de presunto? O pipo está perto

Chegados a Vale de Anta e depois do almoço, segui rumo a S. Salvador de Viveiro, Boticas, para jantar com o Abílio José Dias Fernandes Saraiva, conforme programação da viagem.
Pernoitei na casa do Elias.
            Este nosso camarada confidenciou-me sobre a sua doença rara – atrofia do cerebelo, doença progressiva, que o levará a uma cadeira de rodas. Nesta altura ainda andava quase normalmente mas, presentemente, isso já não acontece.
No dia seguinte, e depois de um agradável convívio à mesa do pequeno-almoço, seguimos rumo à igreja paroquial de Vale de Anta, na companhia da esposa do Elias, D. Júlia, a fim de participarmos na homilia de Domingo.

        Igreja Paroquial de Vale de Anta

A viagem prosseguiu rumo a Vilar de Perdizes, onde encontramos o Manuel Rodrigues Parada. Uma simpatia em pessoa, que logo se prontificou a dar-nos a conhecer Vilar de Perdizes, os seus recantos e belezas naturais, não esquecendo o famoso Congresso de Medicina Popular, até porque “fruto proibido é o mais apetitoso”.
Não faltaram alternativas para conhecer melhor os produtos, especialidades e artesanato desta localidade barrosã: stands com prestação de serviços na área do oculto, magia, tarot, leitura de mãos, amuletos da sorte, espectáculos, produtos da região, etc, etc.


Um famoso produto da região


Depois seguimos viagem até Montalegre, linda vila do distrito de Vila Real, onde nos esperava o camarada Vítor Barroso Veras.
Depois de uma breve visita pela vila, seguimos viagem até Pitões das Júnias, terra natal do nosso camarada de armas, Belarmino Aquino Vaz Pereira. Esta freguesia do concelho de Montalegre, encontra-se a uma altitude de 1.290 metros, tornando-a numa das mais altas aldeias de Portugal. É uma das aldeias mais visitadas do concelho de Montalegre. Além da fauna e da flora riquíssima, oferece um vasto património nacional: Mosteiro de Santa Maria das Júnias, Igreja de São Rosendo, capelas do Anjo da Guarda e de São João da Fraga e a famosa Cascata de Pitões das Júnias.
Passamos pela rua onde se situa a residência do Belarmino Vaz Pereira, que se encontrava em França, e seguimos em direcção ao restaurante D. Pedro, para o esperado almoço… que delícia de Cozido à Portuguesa! Carnes e enchidos de produção local, envolvidos num sabor inesquecível!
Depois do repasto e de tratarmos das RF’s, visitámos os lugares mais famosos da aldeia, seguindo-se depois a viagem de regresso.
Como o dia já ia longo, segui até Ruivães, freguesia pertencente ao concelho de Vieira do Minho, onde pernoitei em casa de familiares, regressando no dia seguinte a Matosinhos, depois de uns dias memoráveis de convívio e prazeres.

Mudando de ares, programei uma viagem até Arouca para visitar o camarada Carlos Teixeira dos Santos, com residência na freguesia de Rossas. Fui recebido com cordialidade e logo encetámos plena “cavaqueira” sobre histórias de Dulombi. A D. Luciana, esposa do Santos, preparava o almoço, feito num forno a lenha, a fazer lembrar as típicas aldeias portuguesas de antanho.
Seguiu-se uma tarde musical, com o Santos a mostrar os seus dotes de tocador de concertina e eu a acompanhá-lo no acordeão.
Já à tardinha e antes do meu regresso, o Carlos Santos presenteou-me com uma série de produtos caseiros dos seus campos de cultivo. Lembro-me das castanhas, fruta, batatas, cebolas, feijão, pencas, além de uns garrafões de vinho e ainda aguardente caseira.
Combinei regressar na altura da Feira Anual de Rossas, e pedindo a presença do Adriano Pinho da Silva “Arouca”, que tem residência na freguesia de Chave, Arouca.

Numa bela manhã de sábado, passei pela lota de Matosinhos, bem cedo, onde comprei dois cabazes de sardinha vivinha, de tamanhos diferentes e segui rumo a Rossas. A D. Luciana já me esperava, pronta para fazer a “bola de sardinha” num forno antigo de cozer o pão. Uma delícia…
E assim três camaradas de Dulombi: Eu, o Adriano e o Carlos, mais os familiares presentes, saboreámos a deliciosa bola de sardinha, acompanhada por um bom vinho caseiro, finalizando o repasto com uns doces típicos da região.
Como já foi dito, esta visita foi na altura da Feira Anual de Rossas. E assim, seguiu-se um passeio pela dita Feira, onde não faltavam produtos do campo, galináceos, bom mel e vinho. Também os divertimentos estavam presentes, nomeadamente um Rancho Folclórico e uma Banda Musical. Ainda houve tempo de um pezinho de dança.
Já cansados, regressamos a casa do Carlos onde lanchámos.
O regresso a Matosinhos ocorreu já a noite tinha chegado.

sábado, 9 de maio de 2015

P572: FOTOS DO 24.º ENCONTRO


quinta-feira, 7 de maio de 2015

P571: 22.º ENCONTRO DO NOSSO BATALHÃO


sábado, 2 de maio de 2015

P570: PRESENÇAS CONFIRMADAS NO 24.º ENCONTRO DA COMPANHIA


1 ADRIANO MARTINS FERREIRA 
2 ALCINO DA SILVA E SOUSA
3 ALFREDO ADÃO FREITAS DE SÁ
4 ALFREDO AZEVEDO PEREIRA
5 AMADEU VIRGÍLIO SERRALHA PIRES   
6 AMÉRICO  DA CONC. ESTANQUEIRO 
7 ANTÓNIO A. OLIVEIRA BARROS 
8 ANTÓNIO BESSA NUNES
9 ANTÓNIO DA SILVA SOARES
10 ANTÓNIO FRANCISCO DE ALMEIDA
11 ANTÓNIO V. L. MARINHO ALVES
12 ARMINDO DA CONCEIÇÃO RAMOS
13 CÂNDIDO MANUEL NUNES
14 CARLOS ALBERTO MAURÍCIO GOMES   
15 CARLOS ALBERTO PINA BENTES
16 CARLOS MANUEL OLIVEIRA COSTA
17 CARLOS VENÂNCIO JESUS CALADO
18 DOMINGOS MAGALHÃES LEMOS  
19 DOMINGOS MAGALHÃES PIRES
20 EDUARDO ROSA FRANCISCO
21 FERNANDO ALVES RODRIGUES
22 FERNANDO DOS SANTOS CORREIA
23 FERNANDO MANUEL M. BARATA 
24 FERNANDO MARIA LUÍS
25 FERNANDO MOTA
26 FERNANDO PEREIRA MACHADO
27 FIRMINO DA SILVA PEREIRA 
28 FRANCISCO TOMAZ DA SILVA RIBEIRO
29 GASPAR ALMEIDA RIBEIRO 
30 HELDER ANTUNES PANOIAS 
31 HENRIQUE M. DA ROCHA SOARES 
32 JOÃO DA COSTA MARINHO
33 JOÃO MANUEL PAULETA RICO  
34 JOAQUIM JESUS ALVES 
35 JOAQUIM JOSÉ QUEIROZ FERNANDES
36 JOAQUIM MOURA QUINTAS
37 JOSÉ DA SILVA SANTOS (Mecânico)
38 JOSÉ MAIA DA CUNHA
39 JOSÉ MANUEL ROCHA DA COSTA
40 JOSÉ MARIA PRATA
41 JOSÉ MARINHO GOMES DA SILVA  
42 JOSÉ MARQUES MIRANDA (Taipas) 
43 LEANDRO JOSÉ R. GONÇALVES
44 LUÍS MANUEL BOMBICO TELHA 
45 MANUEL CANDEIAS RAVASCO
46 MANUEL GUERREIRO VENTURA
47 MANUEL J. MACIEL FERNANDES
48 MANUEL MARIA BRUNHETA
49 RICARDO PEREIRA LEMOS  
50 SERAFIM VIEIRA
51 TIMÓTEO SIMÕES SANTOS  
52 VALDEMAR CHAVES FERREIRA
53 VÍTOR M. DE SOUSA RODRIGUES

sexta-feira, 1 de maio de 2015

P569: EM MAIO FAZEM ANOS


2 – João Fonseca Costa
7 – Luís da Cunha Pereira
9 – João Manuel Matos
10 – Jeremias G. Oliveira
10 – António Folhadela
11 – Júlio Machado
14 – Firmino Correia da Rocha

15 – Euclides Silva

16 – Joaquim Patão
23 – Manuel Faria “Fafe”
23 – Manuel R. Oliveira
24 – Manuel Silva Azevedo
26 – José Magalhães Pires
29 – José Manuel Costa
31 – João M. Costa Fernandes
31 – Henrique Rocha Soares

segunda-feira, 27 de abril de 2015

P568: RESCALDO DAS RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS (VI PARTE)


Com 121 Relíquias Fotográficas conseguidas e descritas nos temas anteriores, nesta VI parte concluirei os 11 casos cujas circunstâncias foram descritas no tema anterior.
Ora vejamos:

6. José Maria Cardoso da Silva, condutor, Macieira de Cambra

O condutor Cardoso não fazia parte da lista do Timóteo. Mas eu sabia que havia um condutor Cardoso, considerado um dos melhores elementos nesta especialidade. Por onde andaria o Cardoso? Andei meses a averiguar e a primeira referência foi-me dada pelo Carlos Barbosa, ex-furriel dos Açores. Certo dia o Barbosa contou-me que reconheceu o Cardoso, quando uma empresa de Vale de Cambra enviou especialistas em soldadura para trabalhos na sua Empresa. Um deles era o Cardoso.
Já tinha uma primeira pista.
Telefonei para a Empresa referida pelo Barbosa, perguntando pelo Cardoso. A resposta foi negativa. Não tinham nenhum empregado com o nome de José Maria Cardoso da Silva, nem constava nos registos da Empresa esse nome!
Mais tarde, com a colaboração do saudoso Tenente-Coronel Correia e através do número mecanográfico existente na lista de embarque do Carvalho Araújo, e com a ajuda dos seus amigos de Lisboa, conseguiu-se descobrir a morada do Cardoso, aquando da sua partida para a Guiné. Essas moradas que consegui de muitos camaradas, apenas referiam a freguesia. Nem ruas nem outras indicações me eram dadas.
Com a freguesia conhecida, e na esperança do Cardoso ainda lá morar, mandei um e-mail para a junta de freguesia de Macieira de Cambra, cuja resposta foi a seguinte:

“Em resposta ao seu E-mail informamos V/Ex.ª que o Sr. José Maria Cardoso da Silva, nascido em 02/04/1948, já faleceu em 23/09/1995, vítima de um acidente de trabalho e encontra-se sepultado no Cemitério desta Freguesia”.

O José Maria trabalhava na fábrica ARSOPI, sediada em Vale de Cambra. Era um soldador especializado e muito solicitado tanto em Portugal e Ilhas, principalmente nos Açores, assim como no estrangeiro.
Como é que quando telefonei para esta fábrica, nada me disseram?
Para obter as suas RF’s, desloquei-me a Vale de Cambra, visitei a sepultura do Cardoso no Cemitério local e falei com a D. Carminda, a viúva do Cardoso. O Pedro e o Bruno, filhos do Cardoso, tiveram a amabilidade de me enviar algumas fotos do seu álbum.
Um agradecimento a toda a sua família pela forma como fui recebido.

7. Abílio José Dias Fernandes Saraiva, de Boticas

        Outro camarada que não constava da lista do Timóteo, mas estava presente na lista de embarque do Carvalho Araújo.
         Descobriu-o através de tentativas telefónicas. O apelido Saraiva não constava do seu nome inicial. Uma história que está narrada nas suas RF’s.
         Quando disse ao Fernando Barata que tinha encontrado mais um elemento da Companhia 2700, ele não acreditou pois nunca mais o Abílio Saraiva foi lembrado. A 1.ª resposta que obtive do Barata foi: “ Ele não é da nossa Companhia!”. Mas era! Foi um elemento do 1.º pelotão, com fotografias a comprovar isso mesmo.
          Conheci-o na freguesia de São Salvador de Viveiro, onde mora. Cheguei em boa altura, logo na matança do porco…
           Jamais me esquecerei do delicioso jantar com que fui presenteado…com rojões, torresmos, outros petiscos da matança do porco, bom chouriço, presunto, pão caseiro, tudo acompanhado com um vinho bem rascante!
            E assim descobri o Saraiva, e também completadas muitas legendas das RF’s fotográficas onde aparecia um desconhecido…de nome Abílio Saraiva!
         

8. Luís Gonçalves Alves, Vieira do Minho

Outro camarada que não constava da lista do Timóteo, mas estava presente na lista de embarque do Carvalho Araújo.
Mais uma colaboração do saudoso Tenente-Coronel Correia, pois não fazia a mínima ideia onde encontrar o Luís Alves!
A resposta surgiu passado algum tempo, na sua forma mais simples, como sempre: o Luís Alves era natural de Vieira do Minho.
Tentei via e-mail saber do Luís Alves, através da Câmara Municipal de Vieira do Minho. Mas desta vez não obtive a colaboração desejada.
Como Vieira do Minho é a terra Natal dos meus pais, nada melhor do que dar um passeio até esta bela Vila portuguesa e indagar sobre o Luís Alves.
Pela manhã, fui até ao posto da GNR local saber se conheciam um Luís Gonçalves Alves, dando as referências possíveis. Mas a pesquisa foi infrutífera. Daí, obtive a informação que havia na terra uma individualidade que talvez me pudesse ajudar. Ora, esse Senhor, era também um ex-combatente do Ultramar, mas não conseguiu lembrar-se do Luís e mais disse que Vieira do Minho tem muitas freguesias e era preciso saber de que freguesia era natural o Luís Alves.
Eu lá sabia!
Houve uma solução. Este meu novo amigo tinha conhecimentos nas Finanças e talvez pudesse descobrir o seu paradeiro…se era vivo ou não! Trocamos os números de telefone e regressei a casa com a esperança de um telefonema. Certo dia, a resposta chegou: o Luís Alves vivia em Rossas, uma freguesia de Vieira do Minho.
Conheci o Luís no Aeroporto do Porto, pois veio acompanhar um familiar que se ausentava para o Estrangeiro.
Convivemos à mesa de uma esplanada.
Obrigado Luís pela amizade demonstrada.

9. António Fernando Magalhães, Penafiel

Outro camarada que não constava da lista do Timóteo, mas estava presente na lista de embarque do Carvalho Araújo.
Descobriu-o através de tentativas telefónicas, depois de 41 anos sem contactos com a 2700.
Visitei-o em Novelas, Penafiel, onde mora.
 À minha espera estava o António acompanhado pela sua filha Maria José.
Foi um encontro simpático.


10. António José Dias Guerreiro, Almancil

Outro camarada que não constava da lista do Timóteo, mas estava presente na lista de embarque do Carvalho Araújo.
Desta vez foi o Ventura que me ajudou a encontrá-lo, visto que conhecia a irmã do Dias Guerreiro.
O José Guerreiro vive na Casa da Horta, em Almancil, pertencente à Unidade de Vida Apoiada da Associação de Saúde Mental do Algarve – ASMAL, cuja sede está situada em Loulé.
Será sempre a sua casa.
Fui visitá-lo num dia radioso de Verão, levando-o a passear por Almancil. Naturalmente que o José não se lembra de nada, relativamente à nossa Companhia, devido à sua doença.
Ofereci-lhe uns maços de cigarros e despedimo-nos, levando-o novamente à Casa da Horta.


11. Serafim Martins Marques Carneiro, Vila Nova de Gaia

Outro camarada que não constava da lista do Timóteo.
Chegou a Dulombi por rendição individual.
Presentemente, o Serafim Carneiro está internado na Fundação Lar Evangélico Português, desde Fevereiro de 2012, sita na Rua D. Afonso Henriques, nº 2767; 4425 - 057 Maia (Águas Santas).
Tem um quadro psíquico ainda por avaliar.
Conheci o Serafim na casa da sua irmã Gracinda, em Vila Nova de Gaia. Devido à sua doença do foro psíquico, lembra-se de uma forma muito confusa, da Guiné e de Galomaro.
Em Dulombi tinha a alcunha de Fritz.
Como o descobri? Com a ajuda de amigos de Matosinhos…

Simultaneamente, continuei a fazer visitas a camaradas da 2700 cujas direcções eram conhecidas a fim de recolher as RF’s correspondentes:

- Aníbal de Sousa Barros, Arcos de Valdevez
 
   Esperei por Agosto, pois os nossos emigrantes costumam escolher este mês para as suas férias e, aproveitando as Festas da Vila, segui rumo aos Arcos para lhe fazer uma visita.

- António Augusto Oliveira Barros, Vila Nova de Gaia

     O local escolhido para a recolha das RF’s foi o restaurante Proa, em Matosinhos, onde trabalha o Maciel e, depois de saborearmos uns apetitosos petiscos, as relíquias fotográficas foram analisadas e escolhidas para publicação no nosso blogue.

- Joaquim Queirós Fernandes, Vila Verde

     Segui rumo a Vila Verde, manhã cedo. A família Queirós preparava-se para participar no coro litúrgico da missa das 9 horas de Domingo. Assisti à missa dominical e apreciei os dotes artísticos da família Queirós.
     Depois de visitar a Vila, o Queirós teve a amabilidade de nos convidar para o almoço.
      Um muito obrigado, Queirós, pela forma simpática como fomos recebidos.

- José Manuel Alves da Cruz, Paredes de Coura

      Por caminhos nunca antes navegados, lá consegui chegar à freguesia de Cassourado, lugar do Cassourado, Paredes de Coura, sem antes ter de perguntar várias vezes pelo dito lugar, pois o meu GPS não me informou da sua localização…

- José Marques Miranda, Taipas

         Para encontrar o “Taipas” tive que me deslocar a São Clemente de Sande duas vezes. Mas lá nos encontramos à mesa de um café na companhia de umas cervejas!

- Luís Santos Silva, Vinhais

          Mais conhecido em Vinhais, por “Chedre” e famoso tocador de concertina, o Luís recebeu-me com todas as honras e, à minha espera, estava um delicioso prato de javali dos montes de Vinhais.
          Voltei passados uns meses para a apanha das cerejas – a mala do meu carro encheu-se com este saboroso fruto e, em troca, levei da lota de Matosinhos, dois cabazes de peixe vivinho!
Um grande abraço “Chedre” e, até à época das cerejas…!!!
          
- Manuel Pedrosa Costa, Coimbrão

    Emigrante em França, encontrei o Pedrosa em Coimbrão, na altura das suas férias, no mês de Agosto. As suas RF’s me foram enviadas pelo correio, quando regressou a França.

- Ramiro Jesus Oliveira, Leiria

      Passei duas vezes por Leiria e, só pela segunda vez, é que encontrei o “Capelão”. Fui recebido com muita simpatia.

Por outros processos, ainda realizei as seguintes RF’s:

- Augusto Pereira Rosa, Faro

- Arão de Freitas Simões, Braga

Como o tema já vai longo, termino por hoje, com 137 Relíquias Fotográficas conseguidas pelos meios descritos até ao momento.
Concluirei este “rescaldo” das RF’s, no próximo artigo.

Até breve.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

P567: 24.º ENCONTRO DA COMPANHIA

Neste momento (17/4) já temos 100 presenças confirmadas (ex-combatentes e familiares).
Não se esqueçam que a data limite de confirmação extingue-se a 20 de Abril (segunda-feira).

segunda-feira, 13 de abril de 2015

P566: RELÍQUIAS DO NOSSO PRIMEIRO ENCONTRO

Atendendo ao facto de se aproximar mais um Encontro da nossa Companhia, faz todo o sentido apresentarmos fotos do nosso 1.º Encontro realizado em Barcelos, em 1990, tendo como organizadores o Fernando Ramos e o José Marinho. 
Os nossos agradecimentos ao Timóteo por nos ter facultado estes tesourinhos.

 Em pé, à direita, os organizadores Fernando Ramos e José Marinho

Timóteo e Adriano Silva "Arouca"

 Antero Fonseca

 Virgílio Pires

 Fernando "Mota"

 Marinho Alves

 Convidado e Armindo Sousa

 Fernando Correia

 José Costa

 Silva Soares

 Marinho Alves e Esposas de Fernando Ramos e José Marinho, já falecidas

 Belmiro Moreira

 "Meirim"

 Convidado, Cond. Rodrigues, Carlos Barbosa, António Barros e Queiroz Fernandes

 Cândido Vila Franca, Cor. Carlos Gomes, Ten. Cor. Carlos Correia e Joaquim Quintas

 Júlio Machado, Marinho e "Chedre"

 Maia da Cunha e Jorge Cunha

 Vila Franca, Cor. Gomes, T. Cor. Correia e, de pé, Maciel Fernandes

 "Vila Real", "Judeu", Fernando Ramos e Joaquim Alves

 António Almeida, Alfredo Sá e "Vila Real"

 Barros, Correia, Cândido Nunes, Barata e Cor. Gomes

 Armindo Sousa, Cond. Rodrigues e António Almeida

 Carlos Barbosa, Barros, Queiroz Fernandes e Cardoso de Almeida.
De perfil, à direita, Ricardo Lemos.


 Júlio Machado, Silva Soares e Maia da Cunha

 Joaquim Alves, Antero Fonseca e Henrique Soares


 Manuel Ravasco


Armindo Ramos