sábado, 30 de março de 2013

P448: EM ABRIL FAZEM ANOS



01 - Antero Fonseca








 08 - Alfredo Sá








10 - Firmino Pereira “Russo”








11 - Carlos Alberto Moniz









12 - Alcino Sousa







12 - Vítor Gonçalves 









 

13 - Valdemar Chaves Ferreira









14 - Carlos A. Pina Bentes









 

15 - Américo Estanqueiro









18 - Carlos Silva








19 - Carlos Alberto Amaral








27 - Fernando Machado








28 - José Luís Monteiro








28 – António Silva Cunha







29 - Carlos Venâncio Calado







30 - Coronel Carlos Gomes






 


30 – Fernando Maria Luís


sexta-feira, 29 de março de 2013

P447: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO LUÍS ALVES


            Luís Gonçalves Alves, ex-soldado atirador pertencente ao 3.º pelotão sob o comando do alferes Ravasco, mora em Rossas, Vieira do Minho.

 Luís Gonçalves Alves
Nasceu no dia 19 de Outubro de 1948

  Luís Gonçalves Alves

O Luís Alves esteve em Dulombi cerca de 11 meses. Foi evacuado para o Hospital Militar de Bissau devido a doença infecto-contagiosa de âmbito pulmonar.
Foi evacuado para Lisboa para o Hospital especializado nestas doenças.
Manteve-se internado cerca de 1 ano, passando depois à disponibilidade. Passados poucos anos foi presente a Junta Médica, tendo sido considerado deficiente das forças armadas, com direito a uma pensão vitalícia.

É pai de 2 filhos e avô de 3 netos.

Um abraço do Luís Alves para a família Dulombiana.

 O Luís Alves apenas se encontrou, por casualidade, com o falecido José da Silva Ribeiro, durante estes 41 anos que se passaram até ao momento…mas lembra-se de muitos acontecimentos passados em Dulombi e de muitos nomes de camaradas com quem mais conviveu.
O Luís Alves não tem fotos de Dulombi. Perderam-se.
A única que conseguimos encontrar no nosso Blog, foi tirada em Chaves, quando o Luís Alves frequentava a especialidade de soldado-atirador: 
 Foto tirada em Chaves, na especialidade
De pé: José Dias Ferreira, de Braga (Falecido), Luís Gonçalves Alves, José da Silva Ribeiro (padeiro), Joaquim Azevedo Costa, da Trofa, Alcino Leite, de Amarante, Domingos Pires e o 7.º elemento não reconhecemos.
Á frente: elemento que não foi incorporado na Companhia, “Vila Pouca”, Maia da Cunha, Madureira,  5.º elemento não reconhecemos e Barbosa, de Braga.

domingo, 24 de março de 2013

P446: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO ANTÓNIO SILVA

           António Fernando da Silva, ex-1º cabo atirador, tendo sido transferido para a Companhia de Caçadores 2700 em Novembro de 1971, reside actualmente na Praia do Almoxarife, na ilha do Faial, Açores.


O António Fernando da Silva teve como unidade mobilizadora o Batalhão de Infantaria Independente (BII 17) – Angra do Heroísmo, agora o RG 1.



Pertenceu à Companhia de Caçadores Nº 3327, comandada pelo Capitão Mil. de Art.ª Rogério Rebocho Alves e tendo como divisa “Os Nómadas”. A Companhia embarcou para a Guiné no dia 21 de Janeiro de 1971, tendo regressado no dia 7 de Janeiro de 1973.
O António Fernando da Silva pertenceu à secção do ex-furriel Mil. José Câmara, da CCaç. 3327, a viver em Stoughton, MA. USA, elemento da CCaç 3327 que nos disponibilizou o contacto do António Silva, ao qual desde já lhe agradecemos assim como ao camarada Rui Esteves. Depois o António Silva foi transferido para a CCaç. 2700, na mesma altura em que a CCaç. 3327 foi para Tite/Bissassema.
O António Silva deveria ter sido integrado no 4.º Pelotão, já que, conforme narra o Barata, no mês anterior à sua chegada faleceu em combate o 1.º cabo Rogério António Soares, mais conhecido por “Bolinhas”. Sendo assim, como o António Silva também era 1º cabo, pressupõe-se ter vindo substituí-lo.
O António Silva não tem recordações de Dulombi, apenas se lembra de ter feito várias operações de reconhecimento e, numa delas, ter sido atacado por um enxame de abelhas furiosas, havendo outros colegas que sofreram bastante com este ataque. Ora, por este pormenor, já que esta história já saiu num dos Posts, poderá ou não confirmar-se de que pelotão era.
O António Silva esteve connosco até ao fim da nossa Comissão. Depois foi transferido para Bafatá, para a 3.ª Companhia de Comandos sediada em Fá-Mandinga, e que era um destacamento que ficava a uns 5 km de Bafatá. Esteve lá 6 meses. Depois o António foi transferido para Bissau, onde terminou a sua Comissão.

Presentemente, o António Silva está reformado. Era pedreiro da Câmara Municipal da Horta.
Tem um casal de filhos e uma netinha.

Um abraço do António Silva para a família Dulombiana.
António Fernando da Silva
Nasceu no dia 19 de Novembro de 1949

 António Fernando da Silva
Foto de 1972

 António F. Silva, em Dulombi
Foto de Fevereiro de 1972

 Foto tirada na antiga picada Teixeira Pinto/Cacheu, em 1971, um pouco antes de Capó mostra mais dois soldados da secção do furriel José Câmara, o Serpa e o Cardoso da C. Caç 3327

 António F. Silva, em Bafatá

 António Fernando da Silva
Foto de 1972

sábado, 16 de março de 2013

P445: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO ANDRÉ CORREIA

            André Agostinho Correia, ex-soldado atirador, pertencente ao 4.º pelotão, sob o comando do alferes Barros, mora em Yermenonville, França.

Yermenonville é uma “village” francesa na região administrativa do Centro, no departamento Eure-et-Loir. Estende-se por uma área de 5,02 km², com cerca de 550 habitantes. Fica a cerca de 80 km de Paris.

André Agostinho Correia
Nasceu no dia 15 de Fevereiro de 1948

O André Correia encontra-se ainda no activo como técnico da construção civil, especializado em interiores.

É pai de duas meninas.

Um abraço do André Correia para a família Dulombiana.

André Correia


André Correia


André Correia e José Prata


André Correia e António Barros


Fernando Fernandes, Fernando Silva, José Prata, Brilha, Capitão Carlos Gomes, Cruz, Vaz Pereira, André Correia e Alcino Sousa


Na picada…
Em primeiro plano, o André tendo a seu lado o enf. Santos. Atrás o Ramiro Oliveira, Queiroz Fernandes, José Monteiro.


No Saltinho…
Condutor Cardoso, José Augusto Sousa, Fernando Silva, Rogério Soares e Vaz Pereira. Sentados: André Correia, Pontes, cond. Rodrigues, Delmar Sobreira e Miguel Carvalho


No IAO, em Santa Margarida
De pé: Miguel Carvalho, Domingos Lemos, Maciel, Alcino Leite, José Monteiro, André Correia, Queiroz Fernandes, José Cruz, Alf. Barros (na altura, Aspirante), Brito e Nuno Martins
Em 1.º plano: Adriano Silva, Vaz Pereira, Delmar Sobreira, Alcino Sousa, Abílio Pontes e José Prata.
Deitados: José Augusto Sousa e Valdemar Ferreira


André Correia e Alfredo Azevedo Pereira


André Correia e a mascote

NOTA - O André Correia também pode ser visualizado em fotos que estão nos seguintes Posts já publicados: 263, 337, 348, 349, 369, 391, 400 e 434.

terça-feira, 12 de março de 2013

P444: RECORDANDO JOSÉ CARDOSO (Homenagem póstuma do seu Chefe directo, Ricardo Lemos)


Cardoso! Infelizmente, não estás entre nós para reveres connosco as fotos que trouxeste da Guiné, como recordação dos tempos difíceis que vivemos em Dulombi. Porém, os verdadeiros amigos não se esquecem, apesar dos 41 anos já passados! Lá, no eterno descanso, recebe o nosso pesar com as mais sentidas saudades! Os teus Amigos e Camaradas da 2700.
Ricardo Lemos

A tua área de trabalho: Condutor-auto

  O teu Unimog numa coluna de reabastecimento. Nestas colunas além de géneros alimentícios e outros bens, também se transportavam elementos da população. Na foto, está contigo o Manuel Azevedo além de autóctones de Dulombi.

 De pé: Silva e Firmino, o "Russo". Sentados, tu e o David Jorge (ajudante de mecânico) além de dois milícias. 

Cardoso, David Jorge e o “Russo”, posando num momento de descontracção. Atrás e pensativo, um milícia.

Na foto: Bessa Nunes, "Matosinhos", "Vila Real" empunhando uma picareta, furriel Maurício, furriel Timóteo e tu, como condutor. 

Eis alguns dos teus companheiros da “ferrugem”: Marinho Professor, mecânico Rosa, Semba e o mecânico Vítor.

Equipa de trabalho nas oficinas auto de Dulombi.
 Na foto: os teus camaradas condutores Paiva, Alfredo Sá e Luís Maria, e ainda o Victor mecânico e o furriel Lemos. 

Condutor Cardoso, mecânico Rosa e furriel Lemos às voltas com um motor de um Unimog 404. 

Cardoso posando junto de um Unimog “minado”, cujo rebentamento da mina A/C causou 5 mortos entre os quais o 1.º cabo Carrasqueira. 

Mas também havia tempo para as patuscadas, muitas vezes realizadas na improvisada oficina-auto, comemorando os aniversários dos camaradas maioritariamente condutores e mecânicos. Havia sempre convidados especiais. Cabras, cabritos e galináceos eram as especialidades preparadas nos fornos a lenha, sempre acompanhados por deliciosas batatas assadas, arroz, molhos e regados com um bom vinho, escolhido especialmente para a ocasião. 

Eis alguns momentos dessas festanças, onde participavas frequentemente:

Preparando os petiscos….
Como sempre, o Brilha é o "magarefe oficial". Ao fundo. o delegado da ASAE, fur. Rico, fiscaliza o acto.

 Depois de preparada a oficina-auto com a colocação das mesas, geralmente em forma de um “U”, iniciava-se o “banquete”. No final, uma pausa para saborear o “cigarrito”… Esta foto tem a infeliz particularidade de se encontrarem os 4 condutores já falecidos: “Braga”, Carvalho, Cardoso e Veras. À mesa, também se encontram o condutor Faria e os mecânicos Vítor e Rosa.

Na foto: Condutores Carvalho e Cardoso, depois o soldado básico Cunha Lopes e o ajudante dos mecânicos David Jorge. Ao fundo, o condutor Veras, o mecânico Vítor e o condutor Maria. Ao centro, o condutor Rodrigues escolhendo o seu petisco… 

Festança dos condutores e mecânicos.
Vista geral da oficina-auto transformada em “restaurante”… Como sempre, havia convidados especiais a acompanhar o aniversariante que, neste caso, deverá ser o mecânico Rosa, pois está num lugar de destaque, ao lado do ex-alferes Correia e dos furriéis Lemos e Maurício 

Encontro de amigos, no refeitório, para saborearem uns petiscos… 
Ao fundo, o Evaristo Borges e o condutor “Estraga” 

Outro aspecto da petiscada, onde se pode visualizar o condutor Cardoso, de frente, ao lado do chefe “Patão”. Para uma eventual “ indisposição” também foi convidado o enfermeiro Gaspar… Os momentos de descontracção também eram frequentes. 

Seguem-se algumas fotos em que o camarada Cardoso se encontra presente. 

Talvez em Bissau… 
José Luís, desconhecido, Cardoso e outro desconhecido.

Em pé: condutores “Fafe”, Vieira, Cardoso e Veras (já falecido). Pelo meio está um indígena, o célebre Semba, depois visualiza-se o enfermeiro Santos (já falecido), o condutor Luís Maria e o enfermeiro Cunha. Por fim, aparece-nos o Santos mecânico e o Ventura. 
À frente: condutores Paiva, Ferreira (já falecido), Carvalho (já falecido) e o “Estraga” com um macaquinho na mão. Com uma caneca na mão encontra-se o enfermeiro Gaspar e por fim o corneteiro Gaspar. Deitados: o Rosas mecânico e elemento desconhecido.

 Em Bissau 
Na companhia de ????…

Em pé: Quintas e Costa entre três indígenas. Á frente: Marinho, condutor Cardoso, Júlio Machado e Prata.

Em pé: condutores Veras (já falecido), mecânico Rosa, elemento desconhecido, enfermeiro Santos, corneteiro Gaspar, enfermeiro Gaspar e o Ventura. 
À frente: condutor “Fafe”, Fernando Fernandes, mecânico Santos, condutores Luís Maria e “Braga”, enfermeiro Cunha, seguindo-se os condutores Carvalho, Paiva e Serafim. Deitado, o condutor “Estraga”. 

Nas actividades de lazer, nomeadamente de desporto, o Cardoso também participava frequentemente, como se pode comprovar pelas imagens que se seguem: 

Equipa do 2.º Pelotão e alguns reforços… 
Condutores Carvalho e “Fafe”, Armindo Sousa, Vitor Rodrigues e Meirim. 
À frente : Cândido Nunes, alferes Barata, condutor Rodrigues e condutor Cardoso. 

De pé: Euclides Silva, Fernando Maria Luís, condutor Cardoso, Matos e mecânico Santos. À frente: Fernando Fernandes, condutor Maria, enfermeiro Gaspar e condutor Carvalho.