sábado, 23 de maio de 2015

P574: RESCALDO DAS RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS (VIII PARTE)


Aproveitando as minhas férias no Algarve, passei por S. Brás de Alportel para fazer uma visita ao Vítor António Viegas Gonçalves, ex-1.º cabo mecânico da 2700.
S. Brás de Alportel é uma vila do distrito de Faro, sendo um dos seis municípios de Portugal com uma única freguesia.
As consideráveis Relíquias Fotográficas do Vítor foram recolhidas na sua residência. A hospitalidade do Vítor continuou com a oferta de um almoço num prestigiado restaurante da região, situado num local com uma certa altitude e com vistas deslumbrantes sobre a região.
O cafezinho foi tomado num estabelecimento do centro da vila, conforme vista panorâmica mostrada na imagem abaixo:


Um abraço ao Vítor pelo carinho com que fui recebido e também pela participação na recolha das RF’s.

No regresso das férias, programei uma passagem por Évora, onde visitei o Isidro Joaquim da Silva Vaquinhas, com residência na freguesia de S. Manços.

Segui rumo à Quinta das Courinhas, residência do José Maria Terraço. A D. Joaquina, esposa do Terraço, acolheu-me com simpatia. O Terraço encontrava-se nas suas lides de campo, nomeadamente a tratar das suas ovelhas.
Depois de terminar as suas tarefas mais urgentes, convivemos à mesa da sua típica cozinha, onde analisámos as suas consideráveis RF’s, que muito me agradou.
Como o tempo urgia, despedimo-nos com aquele abraço, e segui rumo ao Norte.

Mais uma etapa programada para as recolhas das Relíquias Fotográficas, agora na Região Centro do País, nomeadamente nas cidades do Entroncamento e de Abrantes, cidades pertencentes ao distrito de Santarém.
Segui rumo ao Entroncamento para me encontrar com o saudoso Tenente-Coronel Carlos Manuel da Silva Correia, decorria o mês de Outubro de 2012.
Na sua residência e pequena quinta, conversamos animadamente sobre as histórias que as fotos de Dulombi nos sussurravam, enquanto saboreávamos uns pitéus acompanhados por umas cervejas.
Segui as suas instruções sobre o modo como queria publicar as suas Relíquias Fotográficas, pois mostrou interesse na publicação de determinadas fotos e legendas respectivas.
O Carlos Correia teve a amabilidade, como excelente cozinheiro, de nos confeccionar o almoço: apetitoso assado preparado na sua típica cozinha, anexa à residência.

                                                             O almoço
Foto inédita, aquando da minha visita, em Outubro de 2012

Convívio à mesa, na cozinha/adega

Depois do cafezinho e mais uns momentos de conversa, despedi-me, pois o tempo urgia – tinha o camarada Fernando Maria Luís, á minha espera em Abrantes.
Quem diria que foi o último abraço, caro Correia!

Segui então rumo a Abrantes, onde me encontrei com o Luís. Recolhi as RF’s e segui rumo ao centro da cidade de Abrantes para me encontrar com o João Manuel Pauleta Rico. Convivemos um pouco na sua residência, escolhemos as fotos de Dulombi para publicação no nosso blogue e segui rumo à freguesia de São Miguel do Rio Torto, pertencente ao concelho de Abrantes, onde me esperava o Manuel Maria Rodrigues Barreiros.
A minha viagem já estava programada para pernoitar na residência do Barreiros e, depois do jantar, pesquisamos as melhores fotos para publicação no nosso site.
No dia seguinte, e depois do pequeno-almoço, o Barreiros levou-nos a visitar a cidade de Abrantes e arredores. Um dos locais de visita foi a Central do Pego e várias zonas ribeirinhas do Rio Tejo.

                                                      Central do Pego

                                                               Rio Tejo

Depois do maravilhoso passeio por terras de Abrantes, esperava-nos um delicioso almoço confeccionado pela D. Elvira, esposa do Barreiros.
Chegou o tempo da partida, pois a viagem de regresso a Matosinhos era longa.
Deixo aqui um forte abraço ao Barreiros pela forma como fomos recebidos, assim com à D. Elvira pela forma extremamente cordial de acolhimento.
Até às festas de Abrantes, Barreiros…

Passado algum tempo, preparei as malas e segui rumo ao distrito de Lisboa.
Depois de uma paragem por Leiria, segui rumo a Torres Vedras, ex-freguesia de S. Pedro, para me encontrar com o camarada Anselmo Natalino Rodrigues Ferreira. O Anselmo não estava à minha espera e ficou um pouco surpreendido com a minha visita. Expliquei quais eram os meus objectivos e, simpaticamente, mostrou-me as suas fotos de Dulombi para eu escolher as que tinham interesse para fazer as suas RF’s.

Recordação da visita ao Natalino

Segui depois rumo à Ericeira, vila turística situada a 35 km a noroeste do centro de Lisboa e freguesia do concelho de Mafra, para me encontrar com o Manuel Jacinto Maurício.
Cheguei à vila na hora do almoço e logo procurei uma zona turística, aproveitando a óptima gastronomia local e a tranquilidade da pitoresca vila.
Aproveitei para dar um passeio pela zona turística da vila apreciando as suas emblemáticas ruas e vielas, o porto de pesca e as suas embarcações tradicionais, os típicos bares e cafés, as suas capelas e jardins, entre outros atractivos turísticos.


                                                   Uma bela paisagem de Ericeira


                                                  Zona pedonal e turística da Ericeira

Chegou a altura de telefonar ao Jacinto, que logo apareceu no local combinado. Em princípio era para pernoitar num hotel da Ericeira mas, a convite do Jacinto, jantei e pernoitei na sua residência. Depois do habitual cafezinho pós-refeição, tratámos das Relíquias Fotográficas para publicação no nosso site.
No dia seguinte realizámos uma viagem turística pela Ericeira, onde o Jacinto me mostrou os locais mais famosos da vila.
Depois do almoço, confeccionado pela sua esposa D. Joana, despedimo-nos e segui rumo à Amadora, deixando aqui um agradecimento profundo pela forma como fui recebido pelo Jacinto e sua esposa. Um bem-haja pela vossa amabilidade.

Não foi difícil chegar à Amadora.
Atentamente procurei a estrada Salvador Allende, toquei à campainha e logo fui atendido pelo José Sousa. Sorte a minha.
Conversámos sobre a vida actual, e relembrámos Dulombi.
Deixo aqui um abraço ao José Sousa pela forma cordial com que me atendeu, não estando à espera da minha visita.

                                     Na residência do José Augusto Sousa

Estava na hora de fazer uma pausa nas visitas. Segui rumo a Lisboa, onde pernoitei, depois de um passeio descontraído pela baixa da cidade.

Na manhã seguinte segui até Linda-a-Velha, freguesia do concelho de Cascais. È uma freguesia principalmente habitacional possuindo uma ampla rede de serviços, estando muito próxima de Lisboa, da Mata do Estádio Nacional e das praias da linha do Estoril. O objectivo era encontrar-me com o Fernando António Cunha Lopes.
Mas, depois de uma pequena visita pela Vila, chegou a hora do almoço, e lá escolhemos um pequeno restaurante onde, descontraidamente, saboreámos um apetitoso grelhado “Á Casa”.
Procurámos o Cunha Lopes.
Perto da sua residência, existe um pequeno café onde o Lopes costuma passar algum do seu tempo. E aí o encontrámos.
Foi um encontro muito amigável. Falámos da “vida”, dos problemas de saúde que o Cunha Lopes enfrentou com dificuldade e também das recordações da Guiné, do serviço militar, da vida em Dulombi…
Visitámos a sua residência, onde cuidadosamente escolhi as fotos para realizar as suas relíquias fotográficas.
Despedimo-nos amistosamente, sem antes o Cunha Lopes prometer comparecer num dos próximos encontros da Companhia, se a vida o permitir.

      Na residência do Cunha Lopes

Segui, então, rumo à Portela, ex-freguesia do concelho de Loures. Antigamente era conhecida por Portela de Sacavém. À minha espera já se encontrava o Amadeu Virgílio Serralha Pires.
Na rua Amélia Rey Colaço, subimos ao 6.º andar, residência do Pires, onde conversámos animadamente sobre a história de cada foto de Dulombi. Depois de escolhidas as melhores relíquias fotográficas, o Pires teve a amabilidade de nos convidar para o jantar, no Centro Comercial Vasco da Gama, nomeadamente num dos restaurantes da Portugália.
Depois do jantar seguiu-se um passeio por Lisboa e por Sacavém, onde revivi tempos passados:


                      As famosas escadinhas do Barão de Sacavém, onde não faltavam nas casas de petiscos e tabernas os pratinhos de caracóis, acompanhados por uma cerveja fresquinha, aquando  da minha estadia militar, na especialidade de mecânico-auto, em 1969.
Continuámos a visita por Lisboa e fomos visitar o Grande Casino de Lisboa…um espectáculo, mas nada de apostas!
A noite já tinha chegado e, perto das 22 horas, despedi-me do Pires e da sua esposa, e segui rumo a Santarém, onde pernoitei no Santarém Hotel com o objectivo de visitar o Tancredo Mascarenhas Pedroso, no dia seguinte.


                               Panoramica obtida do quarto do Grande Hotel

Depois do pequeno-almoço segui rumo à Quinta da Centieira, onde encontrei o Tancredo nas suas funções empresariais. Naturalmente que já lhe tinha telefonado sobre a minha visita.


                                                        Quinta da Centieira

Naturalmente que o Tancredo não tinha muitas fotos de Dulombi, devido a ter sido evacuado para a Metrópole, por doença. Contudo, falámos um pouco sobre Dulombi e o convite do Trancredo para usufruir das suas instalações aquando de uma estadia em Santarém, o que muito agradeço a simpatia.
Um abraço, Tancredo.

 E chegou a hora de regresso a Matosinhos.

E assim termino o “Rescaldo das Relíquias Fotográficas”, contabilizando 160 RF’s conseguidas e descritas ao longo destes artigos.

Observação:

  1. A lista de combatentes é constituída por 154 elementos com direcções e dados conhecidos.
  2. Na lista, dos que já partiram, temos 30 elementos.
  3. Existem 2 camaradas não encontrados.
  4. A diferença entre as 160 RF’s publicadas e os 154 elementos actuais da nossa lista reside no facto de 3 camaradas terem falecido depois de eu os ter visitado. Os 3 restantes já tinham partido para a eternidade quando eu os procurava.

Ricardo Lemos

terça-feira, 12 de maio de 2015

P573: RESCALDO DAS RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS (VII PARTE)


As grandes viagens

Alhões foi uma freguesia do concelho de Cinfães. Extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa, tendo sido agregada às freguesias de Bustelo, Gralheira e Ramires, para formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Alhões, Bustelo, Gralheira e Ramires com a sede em Gralheira.
Mesquinhata foi uma freguesia do concelho de Baião. Extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa, tendo sido agregada à freguesia de Santa Leocádia, para formar uma nova freguesia denominada União das freguesias de Santa Leocádia e Mesquinhata com sede em Santa Leocádia.
Nestas 2 freguesias visitei o Carlos Fernando da Silva – o “Mesquinhata”, por terras de Baião. Depois de um 1.º encontro na sua residência fomos almoçar a Cinfães, linda vila do distrito de Viseu.
Seguimos em direcção a Alhões, onde encontrámos o Abílio Pontes no café local. Visitámos a pequena freguesia pelos seus caminhos sinuosos, casas antiquíssimas, a sua igreja e pequenos monumentos em granito. Terminámos a visita com um lanche na casa do Pontes, onde saboreámos petiscos locais.
Um abraço ao Carlos Silva e Abílio Pontes pelo convívio e participação nas RF’s.

Num belíssimo dia de Verão segui rumo a Macedo de Cavaleiros, uma cidade do distrito de Bragança, onde me encontrei com o Cândido Augusto Vila Franca, que já se encontrava à minha espera. Depois de uma visita pela cidade, fomos almoçar ao típico restaurante Choupana, mais conhecido por “5 Coroas”, para saborearmos a deliciosa posta à mirandesa…um manjar dos Deuses.

 Restaurante Choupana ou “5 Coroas”

Sentámo-nos e pedimos a posta, enquanto o cheiro da lenha a queimar na cozinha percorria a sala, dando combustível à alma…

Para terem uma pequena noção do seu tamanho...   

Depois do repasto, seguimos viagem até Macedo de Cavaleiros onde visitámos a cidade. Mais tarde, seguimos rumo à sede da Banda 25 de Março, em Lamas de Podence, para tomarmos um cafezinho, e onde o Vila Franca tem vários familiares pertencentes à banda.

Banda 25 deMarço
Ainda tivemos tempo de dar umas voltas pelos arredores da cidade e conhecer as quintas, pomares e terrenos de cultivo do Vila Franca

Segui depois rumo a Sendim, para visitar o nosso camarada Domingos Manuel Pires, 1.º cabo de Engenharia.
Encontrei-o na sua empresa de materiais de construção, onde fui recebido com muita simpatia.
Na sua residência, conversámos à mesa, recheada com petiscos da região, e onde tratamos das suas RF’s.
Pernoitei em Sendim, no Hotel “O Encontro”. A noite foi recheada de um bom espectáculo pelo circo Cardinal, que estava presente em Sendim.
De manhã segui rumo à cidade de Miranda do Douro, que fica a cerca de 23 km de Sendim. Depois do almoço e visita à cidade, voltei a Sendim para me despedir do Pires e segui rumo ao Porto.
Um abraço ao Vila Franca e Domingos Pires pelo convívio e participação nas RF’s.

Mais uma viagem pelo Norte, desta vez até à Região de Chaves, bonita cidade do distrito de Vila Real.
Á minha espera encontrava-se o Elias dos Anjos Rodrigues, com residência na freguesia de Vale de Anta.
Fomos recebidos com muita simpatia, tanto pelo Elias como pela sua esposa D. Júlia, que logo nos convidaram para almoçar e pernoitar. Depois de uma visita pelas instalações quase desactivadas da sua enorme casa de lavoura, seguimos rumo a Soutelo, outra freguesia do concelho de Chaves, e que fica apenas a 3.200 metros de distância, local onde o Jeremias Granjo Oliveira tem residência.
Encontramos o Jeremias, nas suas lides de lavoura. O Jeremias teve a amabilidade de interromper o seu trabalho para dialogarmos um pouco e, assim, recolhermos as suas RF’s para o nosso Blogue.

Elias na sua residência

Adega do Elias: vai uma fatia de presunto? O pipo está perto

Chegados a Vale de Anta e depois do almoço, segui rumo a S. Salvador de Viveiro, Boticas, para jantar com o Abílio José Dias Fernandes Saraiva, conforme programação da viagem.
Pernoitei na casa do Elias.
            Este nosso camarada confidenciou-me sobre a sua doença rara – atrofia do cerebelo, doença progressiva, que o levará a uma cadeira de rodas. Nesta altura ainda andava quase normalmente mas, presentemente, isso já não acontece.
No dia seguinte, e depois de um agradável convívio à mesa do pequeno-almoço, seguimos rumo à igreja paroquial de Vale de Anta, na companhia da esposa do Elias, D. Júlia, a fim de participarmos na homilia de Domingo.

        Igreja Paroquial de Vale de Anta

A viagem prosseguiu rumo a Vilar de Perdizes, onde encontramos o Manuel Rodrigues Parada. Uma simpatia em pessoa, que logo se prontificou a dar-nos a conhecer Vilar de Perdizes, os seus recantos e belezas naturais, não esquecendo o famoso Congresso de Medicina Popular, até porque “fruto proibido é o mais apetitoso”.
Não faltaram alternativas para conhecer melhor os produtos, especialidades e artesanato desta localidade barrosã: stands com prestação de serviços na área do oculto, magia, tarot, leitura de mãos, amuletos da sorte, espectáculos, produtos da região, etc, etc.


Um famoso produto da região


Depois seguimos viagem até Montalegre, linda vila do distrito de Vila Real, onde nos esperava o camarada Vítor Barroso Veras.
Depois de uma breve visita pela vila, seguimos viagem até Pitões das Júnias, terra natal do nosso camarada de armas, Belarmino Aquino Vaz Pereira. Esta freguesia do concelho de Montalegre, encontra-se a uma altitude de 1.290 metros, tornando-a numa das mais altas aldeias de Portugal. É uma das aldeias mais visitadas do concelho de Montalegre. Além da fauna e da flora riquíssima, oferece um vasto património nacional: Mosteiro de Santa Maria das Júnias, Igreja de São Rosendo, capelas do Anjo da Guarda e de São João da Fraga e a famosa Cascata de Pitões das Júnias.
Passamos pela rua onde se situa a residência do Belarmino Vaz Pereira, que se encontrava em França, e seguimos em direcção ao restaurante D. Pedro, para o esperado almoço… que delícia de Cozido à Portuguesa! Carnes e enchidos de produção local, envolvidos num sabor inesquecível!
Depois do repasto e de tratarmos das RF’s, visitámos os lugares mais famosos da aldeia, seguindo-se depois a viagem de regresso.
Como o dia já ia longo, segui até Ruivães, freguesia pertencente ao concelho de Vieira do Minho, onde pernoitei em casa de familiares, regressando no dia seguinte a Matosinhos, depois de uns dias memoráveis de convívio e prazeres.

Mudando de ares, programei uma viagem até Arouca para visitar o camarada Carlos Teixeira dos Santos, com residência na freguesia de Rossas. Fui recebido com cordialidade e logo encetámos plena “cavaqueira” sobre histórias de Dulombi. A D. Luciana, esposa do Santos, preparava o almoço, feito num forno a lenha, a fazer lembrar as típicas aldeias portuguesas de antanho.
Seguiu-se uma tarde musical, com o Santos a mostrar os seus dotes de tocador de concertina e eu a acompanhá-lo no acordeão.
Já à tardinha e antes do meu regresso, o Carlos Santos presenteou-me com uma série de produtos caseiros dos seus campos de cultivo. Lembro-me das castanhas, fruta, batatas, cebolas, feijão, pencas, além de uns garrafões de vinho e ainda aguardente caseira.
Combinei regressar na altura da Feira Anual de Rossas, e pedindo a presença do Adriano Pinho da Silva “Arouca”, que tem residência na freguesia de Chave, Arouca.

Numa bela manhã de sábado, passei pela lota de Matosinhos, bem cedo, onde comprei dois cabazes de sardinha vivinha, de tamanhos diferentes e segui rumo a Rossas. A D. Luciana já me esperava, pronta para fazer a “bola de sardinha” num forno antigo de cozer o pão. Uma delícia…
E assim três camaradas de Dulombi: Eu, o Adriano e o Carlos, mais os familiares presentes, saboreámos a deliciosa bola de sardinha, acompanhada por um bom vinho caseiro, finalizando o repasto com uns doces típicos da região.
Como já foi dito, esta visita foi na altura da Feira Anual de Rossas. E assim, seguiu-se um passeio pela dita Feira, onde não faltavam produtos do campo, galináceos, bom mel e vinho. Também os divertimentos estavam presentes, nomeadamente um Rancho Folclórico e uma Banda Musical. Ainda houve tempo de um pezinho de dança.
Já cansados, regressamos a casa do Carlos onde lanchámos.
O regresso a Matosinhos ocorreu já a noite tinha chegado.

sábado, 9 de maio de 2015

P572: FOTOS DO 24.º ENCONTRO


quinta-feira, 7 de maio de 2015

P571: 22.º ENCONTRO DO NOSSO BATALHÃO


sábado, 2 de maio de 2015

P570: PRESENÇAS CONFIRMADAS NO 24.º ENCONTRO DA COMPANHIA


1 ADRIANO MARTINS FERREIRA 
2 ALCINO DA SILVA E SOUSA
3 ALFREDO ADÃO FREITAS DE SÁ
4 ALFREDO AZEVEDO PEREIRA
5 AMADEU VIRGÍLIO SERRALHA PIRES   
6 AMÉRICO  DA CONC. ESTANQUEIRO 
7 ANTÓNIO A. OLIVEIRA BARROS 
8 ANTÓNIO BESSA NUNES
9 ANTÓNIO DA SILVA SOARES
10 ANTÓNIO FRANCISCO DE ALMEIDA
11 ANTÓNIO V. L. MARINHO ALVES
12 ARMINDO DA CONCEIÇÃO RAMOS
13 CÂNDIDO MANUEL NUNES
14 CARLOS ALBERTO MAURÍCIO GOMES   
15 CARLOS ALBERTO PINA BENTES
16 CARLOS MANUEL OLIVEIRA COSTA
17 CARLOS VENÂNCIO JESUS CALADO
18 DOMINGOS MAGALHÃES LEMOS  
19 DOMINGOS MAGALHÃES PIRES
20 EDUARDO ROSA FRANCISCO
21 FERNANDO ALVES RODRIGUES
22 FERNANDO DOS SANTOS CORREIA
23 FERNANDO MANUEL M. BARATA 
24 FERNANDO MARIA LUÍS
25 FERNANDO MOTA
26 FERNANDO PEREIRA MACHADO
27 FIRMINO DA SILVA PEREIRA 
28 FRANCISCO TOMAZ DA SILVA RIBEIRO
29 GASPAR ALMEIDA RIBEIRO 
30 HELDER ANTUNES PANOIAS 
31 HENRIQUE M. DA ROCHA SOARES 
32 JOÃO DA COSTA MARINHO
33 JOÃO MANUEL PAULETA RICO  
34 JOAQUIM JESUS ALVES 
35 JOAQUIM JOSÉ QUEIROZ FERNANDES
36 JOAQUIM MOURA QUINTAS
37 JOSÉ DA SILVA SANTOS (Mecânico)
38 JOSÉ MAIA DA CUNHA
39 JOSÉ MANUEL ROCHA DA COSTA
40 JOSÉ MARIA PRATA
41 JOSÉ MARINHO GOMES DA SILVA  
42 JOSÉ MARQUES MIRANDA (Taipas) 
43 LEANDRO JOSÉ R. GONÇALVES
44 LUÍS MANUEL BOMBICO TELHA 
45 MANUEL CANDEIAS RAVASCO
46 MANUEL GUERREIRO VENTURA
47 MANUEL J. MACIEL FERNANDES
48 MANUEL MARIA BRUNHETA
49 RICARDO PEREIRA LEMOS  
50 SERAFIM VIEIRA
51 TIMÓTEO SIMÕES SANTOS  
52 VALDEMAR CHAVES FERREIRA
53 VÍTOR M. DE SOUSA RODRIGUES

sexta-feira, 1 de maio de 2015

P569: EM MAIO FAZEM ANOS


2 – João Fonseca Costa
7 – Luís da Cunha Pereira
9 – João Manuel Matos
10 – Jeremias G. Oliveira
10 – António Folhadela
11 – Júlio Machado
14 – Firmino Correia da Rocha

15 – Euclides Silva

16 – Joaquim Patão
23 – Manuel Faria “Fafe”
23 – Manuel R. Oliveira
24 – Manuel Silva Azevedo
26 – José Magalhães Pires
29 – José Manuel Costa
31 – João M. Costa Fernandes
31 – Henrique Rocha Soares