sexta-feira, 19 de agosto de 2011

P247: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO FERNANDO "MOTA"

          Manuel Fernando Moreira de Almeida, mais conhecido por Fernando Mota, ex-1.º cabo atirador, pertencente ao 1.º pelotão, sob o comando do alferes Correia, mora actualmente em S. Félix da Marinha.
Presentemente encontra-se na reforma, tendo sido industrial no ramo da serralharia, onde trabalhava o aço inox, o ferro e o alumínio. A indústria continua sob a orientação dos seus 2 filhos.

Continuamos com o tema proposto no Post 240 e esperamos que a continuidade seja duradoira. O Fernando Mota gentilmente cedeu algumas das suas “relíquias fotográficas” para publicação no nosso Blog.

Um abraço do Fernando Mota para todos os Dulombianos.


O Fernando Mota, com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 22 de Março de 2011.




O Fernando Mota e a sua lavadeira passando a ferro. Pormenores interessantes deste trabalho das bajudas: a mesa com uma toalha, o ferro aquecido com brasas, que se vêem perto do Mota, uma resma de roupa no chão, um cesto de palha e a tabanca ao fundo…


A Junçana de Dulombi, vestida a rigor!


Os chuveiros “públicos” de Dulombi, aqueles que existiam antes da construção das casernas!
O Fernando Mota posa para a fotografia…


Equipa “Nativos de Dulombi”, com a respectiva bandeira e equipamento a rigor.

Com a bandeira, Santos “mecânico”, Fernando dos Santos Correia, Seixas Pereira mais conhecido como o "Vila Real", já falecido,  Fernando Mota, Ramos e Marinho.
Á frente:  António Peixoto Folhadela, Francisco Jorge Coutinho Pinheiro, alferes Correia com a braçadeira de capitão de equipa,  Costa das transmissões,  Gaspar Almeida Ribeiro “corneteiro” e o José Gonçalves Mestre, fardado, com a mala de massagista.


Animadores indígenas em Dulombi e os seus instrumentos.


O 1º pelotão.

Helicópteros em Dulombi. Logo 5!!!! O que teria acontecido?


Em tronco nu, o Arlindo Ferreira Gonçalves "Boticas", seguem-se José Gonçalves Mestre,  Fernando Mota,  furriel Pires, furriel Timóteo,  Manuel Domingues Parada, de Vilar de Perdizes, em tronco nu, e  António Francisco de Almeida “carpinteiro”, de Leça do Balio.

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