quinta-feira, 8 de setembro de 2011

P254: RELÍQUIAS FOTOGRÁFICAS DO ARMINDO RAMOS

Armindo da Conceição Ramos, ex-1.º cabo atirador, pertencente ao 1.º pelotão, sob o comando do alferes Correia, mora actualmente na Maia.
Encontra-se na situação de reformado desde Julho de 2011, tendo exercido a profissão de carpinteiro, na sua própria empresa. Contudo, ainda trabalha na sua oficina de carpintaria, como industrial da arte.

É pai de 1 filho.

Continuamos com o tema proposto no Post 240 e esperamos que a continuidade seja duradoura. O Armindo Ramos gentilmente cedeu algumas das suas “relíquias fotográficas” para publicação no nosso Blog.

Um abraço do Armindo Ramos para todos os Dulombianos.
O Ramos, com as suas 63 primaveras, comemoradas no dia 23 de Fevereiro de 2011.


2011


1970


O Armindo Ramos praticamente passou a Comissão na equipa de reordenamento da tabanca de Dulombi. Por esse motivo, participou num curso realizado em Bissau, para ficar habilitado para tal função.
Participou nas equipas de construção das casernas, torreões de vigilância, enfermaria e cozinha, assim como na construção dos telhados das moranças.
Fez também parte da equipa de manutenção destas estruturas.
Apresentamos algumas imagens dos trabalhos de reordenamento, construção e manutenção realizados na tabanca de Dulombi.


À esquerda, o Armindo Ramos na construção de um telhado de morança. Visualiza-se
também o Almeida e o Teixeira Pinto. Entre estes está o chefe de tabanca. Provavelmente, esta seria a morança que lhe estava destinada


O Ramos colocando as chapas zincadas sobre a estrutura de madeira do telhado da morança.


Teixeira Pinto, Ramos, Almeida e Timóteo, posando num torreão de vigia em construção.


Aspecto da construção de um torreão de vigia.
Domingos Pires, Armindo, dois indígenas e desconhecido.


Construção da ponte sobre o riacho Fandauol


O Ramos posando à entrada de um dos primitivos abrigos de Dulombi


A entrada do abrigo nº 6


Uma equipa de trabalho: furriel Alves, Costa Ramos, Júlio Machado, Almeida, enfermeiro Gaspar, Fernandino Almeida e o Judeu (já falecido).
Á frente: condutor Sá, enfermeiro Santos (já falecido), Alferes Barros, Armindo Ramos, Maia da Cunha, e enfermeiro Cunha.
Curiosidade: Todos os componentes da “enfermagem” estão aqui presentes.


Aspecto do local de criação de animais: uma cabra, uma galinha e um porco posam para a fotografia. Ao fundo, a casota da bicharada. A segurar o cabrito, o Armindo e o Domingos Pires, a  segurar a galinha o Prata, a segurar o leitão, o Leitão da Silva e o Gaspar Ribeiro.
Presentes, também, o Albino Piedade, António F. Almeida, Veras, enf. Cunha e Vaquinhas.


Na arrecadação dos alimentos: Teixeira Pinto, Almeida, Ramos e furriel Gonçalves.
Latas de filetes de cavala não faltam…


Agrupamento musical
Além do agrupamento “D’arrasar”de Dulombi, apresentado no Post 156, também havia um outro, que se apresenta nesta imagem, constituído por 2 vocalistas, um trio de cordas e um elemento de percussão. Almeida, Armindo, Bessa Nunes, Presa, Lopes e  Leitão da Silva.


Imagem sugestiva do consumo de cerveja em Dulombi.
Bessa Nunes, Albino Piedade, Leitão da Silva, Cunha e Armindo.


Da esquerda para a direita: granada para morteiro 60 mm, granada ofensiva, granada GEGP (Granada Explosiva de Grande Potência) que possivelmente não deflagrou, para o morteiro 81mm, com cargas suplementares já queimadas, granada defensiva e granada para morteiro 81 mm.


Á esquerda e à direita,  2 granadas-foguete para RPG2 "aconchegam" granada Energa (de origem belga) para a nossa Bazuca de 89 mm, de ponta de mola (que davam um certo coice e eram também anti-pessoal) e a outra (à direita) era a mais utilizada, a granada denominada HEAT (essencialmente anti-carro), mas sem grande valor balístico para usar no mato, para além do estrondo que provocava.
(Indicações fornecidas pelo nosso amigo e perito em armamento,  Luís Dias)
Placas indicativas da “Vila” de Dulombi


RECORDANDO
O sargento Teixeira (já falecido) e o Armindo Ramos


Uma bajuda de Dulombi

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